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Gestão Ambiental

Colégio Objetivo
Se for concedido com prazo de validade inferior ao máximo, poderá ter seu prazo de validade prorrogado até o limite de 10 (dez) anos, EXCETO, quando:
correção de não conformidades da última auditoria ambiental realizada.
manutenção das condições ambientais existentes no momento da outorga.
ausência de reclamações e apuração de registros e infração.
implementação voluntária de um programa de gestão ambiental eficiente.
impactos ambientais são recorrentes.
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Estudando com Questões

ano passado

Respostas

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ano passado

Parece que sua pergunta está relacionada a prazos de validade e prorrogações em contextos de gestão ambiental, mas não está completa. Para responder corretamente, seria necessário entender o contexto específico da legislação ou norma que você está mencionando. Se precisar de ajuda com um conceito específico dentro da gestão ambiental, estou aqui para ajudar!

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A criação dos instrumentos legais que normatizariam a criação de áreas protegidas no Brasil durante a década de 1930 esteve intrinsecamente relacionada à implementação de um novo e moderno projeto político. Entretanto, mesmo garantindo a conservação perene das áreas constituídas por florestas protetoras e remanescentes, o Código Florestal de 1934 apresentava incoerência pela permissão de exploração de certas categorias florestais que não estivessem expostas no código. Desse modo, é notória a importância do primeiro Código Florestal para a preservação de florestas no Brasil, porém, o mesmo ainda possuía diversas lacunas na sua efetividade. Assinale a alternativa que justifica a ineficiência dele.
A regionalização do código, o que acabou por proteger a Mata Atlântica em detrimento do desmatamento da Floresta Amazônica, com o objetivo de estabelecer indústrias extrativista de minérios e assim acelerar a industrialização no país.
A falta de recursos do Governo Federal em colocar em prática a legislação, visto que durante a década de 30, o Brasil viveu as consequências da quebra da Bolsa de Nova Iorque e desvalorização do preço do café exportado.
A displicência do Poder Público em garantir a classificação de áreas em florestas protetoras ou remanescentes e a fiscalização da exploração de madeira, principal causada do desmatamento à época.
Os esforços nas esferas estaduais e na esfera federal para o combate político e ideológico de governos totalitários ascendentes na década de 30, o que ofuscou projetos que não compreendessem esse espectro.
A anuência do Governo Federal com o desmatamento florestal tendo em vista o processo de industrialização apresentado no período em questão.

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