Ed
há 8 meses
Vamos analisar as informações apresentadas no caso clínico: 1. A paciente é uma primigesta de 24 anos, com queixas de cefaleia, febre, dores articulares leves e manchas pelo corpo. 2. Ela está com 22 semanas de gestação e apresenta febre alta (38,6°C) e plaquetas muito baixas (28.000/mm³), o que é indicativo de uma possível infecção viral, já que as plaquetas estão significativamente abaixo do normal. Agora, vamos analisar as alternativas: (1) Dengue; internar imediatamente a paciente, iniciar hidratação venosa, dipirona endovenosa e realizar controle diário de plaquetas. - A dengue é uma possibilidade, especialmente com a plaquetopenia, e a conduta de internar e monitorar as plaquetas é adequada. (2) Chikungunya; colocar a paciente em leito de observação clínica, iniciar hidratação venosa, dipirona e, após terminar, liberar retorno ao pré-natal. - Embora chikungunya possa causar febre e dores articulares, a plaquetopenia não é tão comum e a conduta não é a mais adequada. (3) Zika; colocar a paciente em leito de observação clínica, iniciar hidratação venosa, dipirona endovenosa e realizar controle diário de plaquetas. - Zika geralmente não causa plaquetopenia significativa, então essa hipótese é menos provável. (4) Febre de Oropouche; internar imediatamente a paciente, iniciar transfusão de plaquetas, paracetamol por via oral e, após a transfusão, liberar retorno ao pré-natal. - A febre de Oropouche é uma possibilidade, mas a transfusão de plaquetas não é a primeira conduta a ser adotada sem uma avaliação mais detalhada. Diante das informações, a principal hipótese diagnóstica é dengue, e a conduta correta é a da alternativa (1): internar imediatamente a paciente, iniciar hidratação venosa, dipirona endovenosa e realizar controle diário de plaquetas.


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