“Para os autores filiados a esta corrente, o temário geográfico poderia ser explicado, totalmente com o uso de métodos matemáticos. Todas as questões aí tratadas – as relações e inter-relações de fenômenos de elementos, as variações locais da paisagem, a ação da natureza sobre os homens etc. – seriam passíveis de ser expressas em termos numéricos (pela medição de suas manifestações) e compreendidas na forma de cálculos. Para eles, os avanços da estatística e da computação propiciam uma explicação geográfica”. (MORAES, 1988, p. 111)
A corrente geográfica a qual Antônio Carlos Robert de Moraes faz menção na obra Geografia: Pequena História Crítica é denominada:
a-Geografia Crítica;
b-Geografia Cultural
c-Geografia Clássica;
d-Geografia Humanista;
e-0Geografia Teorético-Quantitativa;
Ed
há 6 meses
A citação menciona que o temário geográfico pode ser explicado com o uso de métodos matemáticos e que as relações e inter-relações de fenômenos podem ser expressas em termos numéricos. Isso se alinha com a abordagem da Geografia Teorético-Quantitativa, que enfatiza a utilização de métodos quantitativos e estatísticos para a análise geográfica. Analisando as alternativas: a) Geografia Crítica - Foca em questões sociais e políticas, não em métodos matemáticos. b) Geografia Cultural - Enfatiza aspectos culturais e humanos, não a quantificação. c) Geografia Clássica - Refere-se a abordagens mais tradicionais, não necessariamente quantitativas. d) Geografia Humanista - Foca na experiência humana e na subjetividade, não em métodos matemáticos. e) Geografia Teorético-Quantitativa - Enfatiza o uso de métodos matemáticos e estatísticos na geografia. Portanto, a alternativa correta é: e) Geografia Teorético-Quantitativa.
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