Ed
ano passado
Vamos analisar cada uma das alternativas em relação à imunidade tributária de empresas estatais, conforme os precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF): a) As sociedades de economia mista não podem usufruir de imunidade tributária recíproca, ao contrário do que ocorre com algumas empresas públicas e autarquias. - Esta afirmação é verdadeira, pois as sociedades de economia mista, em regra, não gozam da imunidade tributária recíproca. b) Empresa estatal que presta serviço público de abastecimento de água e tratamento de esgoto goza de imunidade tributária recíproca, desde que atendidos certos parâmetros. - Esta afirmação é correta, pois empresas que prestam serviços públicos essenciais podem ter imunidade, mas isso depende de certos requisitos. c) Os Correios (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT) não gozam de imunidade tributária recíproca ao exercerem atividades em regime de concorrência com a iniciativa privada, ou seja, de transporte de bens e mercadorias. - Esta afirmação é verdadeira, pois a ECT não goza de imunidade quando atua em concorrência com a iniciativa privada. d) A Petrobrás goza do beneplácito da imunidade tributária recíproca por desempenhar atividade sob monopólio estatal. - Esta afirmação é controversa, pois a imunidade tributária não é automática para a Petrobrás, mesmo que ela atue em regime de monopólio. Analisando as alternativas, a que melhor reflete a posição do STF sobre a imunidade tributária de empresas estatais é a c), pois é um entendimento consolidado que a ECT não goza de imunidade quando atua em concorrência com a iniciativa privada. Portanto, a resposta correta é: c. Os Correios (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT) não gozam de imunidade tributária recíproca ao exercerem atividades em regime de concorrência com a iniciativa privada, ou seja, de transporte de bens e mercadorias.
Cadastre-se ou realize login
Mais perguntas desse material