A repartição do ônus da prova e a impossibilidade científica de aferição do nexo causal: No caso da criança que contrai HIV em transfusões de sangue, O artigo discute a impossibilidade de provar cientificamente O nexo causal. Como O direito pode lidar com a incapacidade objetiva da ciência em casos como esse? A sugestão de repartição do ônus entre os diversos hospitais envolvidos, ou a aplicação do critério do "market share" (fatia de mercado), seria uma solução equitativa? Quais os desafios jurídicos e práticos para implementar tais soluções no Brasil?