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Há semelhança entre as normas morais e jurídicas


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Há mais de um mês

Ambas consistem em regras, que ajustam condutas e atividades.

A palavra moral decorre sociologicamente de mores, que sob esse sentido pode ser compreendida como o conjunto de práticas, de costumes, de usos, de padrões de conduta em determinado seguimento social. Nesse sentido, cada povo, cada época, cada setor da sociedade possui seu próprio padrão, sua própria moral.

A norma moral determina ao homem qual a conduta a seguir para o seu aperfeiçoamento como homem, entre as possíveis condutas dele próprio.

Já as normas jurídicas buscam o bem social, orientam condutas para concretizar valores sociais, e são doadas de multilateralidade, atributividade e coercibilidade.

A maioria dos estudiosos entendem que desde as primeiras experiências do Direito em sociedades, este fora influenciado pela norma moral existente, e permanece sendo nas sociedades contemporâneas.

A Moral estabelece regras que são assumidas pela pessoa, como uma forma de garantir o seu bem-viver. A Moral independe das fronteiras geográficas e garante uma identidade entre pessoas que sequer se conhecem, mas utilizam este mesmo referencial moral comum.

O Direito busca estabelecer o regramento de uma sociedade delimitada pelas fronteiras do Estado. As leis tem uma base territorial, elas valem apenas para aquela área geográfica onde uma determinada população ou seus delegados vivem. 

Diversas teorias tentam explicar a relação entre Moral e Direito, como por exemplo:

  • Tese da identidade: mandamentos morais e jurídicos coincidem;
  • Tese do mínimo ético: o Direito é apenas o mínimo de moral declarado obrigatório para que a sociedade possa sobreviver (Jeremias Bentham). Assim, o direito é parte da moral – teoria superada, já que não é exato dizer que tudo do direito é moral (amoralidade e imoralidade);
  • Tese da moral como mínimo jurídico: as regras morais constituem o núcleo do direito que compreende muitas normas moralmente indiferentes;
  • Tese da conexão: as regras jurídicas são apresentadas como as morais, sendo impossível criar e interpretar o direito sem levar em consideração a moral;
  • Tese da separação: plena e absoluta separação.

Ambas consistem em regras, que ajustam condutas e atividades.

A palavra moral decorre sociologicamente de mores, que sob esse sentido pode ser compreendida como o conjunto de práticas, de costumes, de usos, de padrões de conduta em determinado seguimento social. Nesse sentido, cada povo, cada época, cada setor da sociedade possui seu próprio padrão, sua própria moral.

A norma moral determina ao homem qual a conduta a seguir para o seu aperfeiçoamento como homem, entre as possíveis condutas dele próprio.

Já as normas jurídicas buscam o bem social, orientam condutas para concretizar valores sociais, e são doadas de multilateralidade, atributividade e coercibilidade.

A maioria dos estudiosos entendem que desde as primeiras experiências do Direito em sociedades, este fora influenciado pela norma moral existente, e permanece sendo nas sociedades contemporâneas.

A Moral estabelece regras que são assumidas pela pessoa, como uma forma de garantir o seu bem-viver. A Moral independe das fronteiras geográficas e garante uma identidade entre pessoas que sequer se conhecem, mas utilizam este mesmo referencial moral comum.

O Direito busca estabelecer o regramento de uma sociedade delimitada pelas fronteiras do Estado. As leis tem uma base territorial, elas valem apenas para aquela área geográfica onde uma determinada população ou seus delegados vivem. 

Diversas teorias tentam explicar a relação entre Moral e Direito, como por exemplo:

  • Tese da identidade: mandamentos morais e jurídicos coincidem;
  • Tese do mínimo ético: o Direito é apenas o mínimo de moral declarado obrigatório para que a sociedade possa sobreviver (Jeremias Bentham). Assim, o direito é parte da moral – teoria superada, já que não é exato dizer que tudo do direito é moral (amoralidade e imoralidade);
  • Tese da moral como mínimo jurídico: as regras morais constituem o núcleo do direito que compreende muitas normas moralmente indiferentes;
  • Tese da conexão: as regras jurídicas são apresentadas como as morais, sendo impossível criar e interpretar o direito sem levar em consideração a moral;
  • Tese da separação: plena e absoluta separação.
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Bárbara

Há mais de um mês

Primeiramente, vamos entender o conceito de Moral. Em termos simples, a Moral representa o conjunto de hábitos e costumes pertencentes a um determinado povo. Do outro lado, as normas jurídicas dizem respeito à manutenção da ordem pública.

Em uma forma simplista, tanto a Moral quanto a norma jurídica podem sofrer desvios pelo agente principal (quebra de regras pelo indivíduo). A Moral está inserida em um ambiente familiar no indivíduo. A norma jurídica traz o elemento ético e é aplicada em toda a sociedade.


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