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materia de ciniologia


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Juliana De Souza

Há mais de um mês

O que é a Distensão da Musculatura da Virilha? 

Distensão é um estiramento ou ruptura de um músculo ou um tendão. Os músculos da virilha ajudam a fechar as pernas. Existem dois músculos que normalmente se lesionam quando ocorre uma distensão da virilha, o Adutor Magnus (corre para baixo pela parte interna da coxa) e o Sartório (começa na parte externa do quadril, cruza a coxa e conecta-se perto da parte interna do joelho). 

 

Como ocorre?

Ocorre, com maior freqüência, durante corridas, saltos, arrancadas, viradas bruscas ou com a “abertura” excessiva da perna.

 

Quais os sintomas?

Dor ao longo da parte interna da coxa ou na região da virilha ao juntar as pernas e, às vezes, ao elevar o joelho.

 

Como é diagnosticada?

O médico pesquisará os sintomas e examinará a coxa e o quadril.

 

Como é tratada?

O tratamento pode incluir:

 

• Aplicação de compressas de gelo na coxa por 20 ou 30 minutos, sendo que a cada 8 minutos de gelo deve-se fazer uma pausa de 3 minutos. Pode ser feita a cada 3 ou 4 horas, por 2 ou 3 dias ou até que a dor desapareça;

• Uso de anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares;

• Fisioterapia;

 

Enquanto a lesão não estiver totalmente recuperada, o esporte, antes praticado, deverá mudar para um que não piore a condição. Por exemplo: Nadar ao invés de correr.

 

Quando retornar ao esporte ou atividade?

O objetivo da reabilitação é que o retorno ao esporte ou à atividade aconteça o mais rápido e seguramente possível. Se o retorno for precoce, existe a possibilidade de piora da lesão, que pode levar a um dano permanente.

Como cada indivíduo é diferente do outro, a velocidade de recuperação também é. Por isso, o retorno ao esporte será determinado pela recuperação dos músculos da virilha, não existindo um protocolo ou um tempo exato para isto acontecer.

Geralmente, quanto mais rápido o médico for consultado após a lesão, mais rápida será a recuperação.

 

Para retornar, seguramente, ao esporte ou à atividade é necessário:

• Possuir total alcance de movimento da perna lesionada, em comparação a não lesionada;

• Possuir total força da perna lesionada, em comparação a não lesionada;

• Poder correr em linha reta, sem sentir dor ou mancar;

• Poder correr a toda velocidade, em linha reta, sem sentir dor ou mancar;

• Poder fazer viradas bruscas, a 45º, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade;

• Poder fazer o “8” com 18 metros, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade;

• Poder fazer viradas bruscas, a 90º, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade;

• Poder fazer o “8” com 9 metros, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade;

• Poder pular com ambas as pernas e, depois, com a perna lesionada, sem sentir dor;

 

Como evitá-la?

A melhor maneira de evitá-la é com aquecimento e alongamento da região da virilha antes e depois de realizar as atividades. Isso é especialmente importante em atividades como corrida em velocidade e salto.

 

Exercícios de reabilitação da contusão ou distensão da virilha:

 

**Atenção, cuidado! Sempre faça os seus exercícios acompanhado por um profissional.

Os exercícios a seguir são apenas um guia de tratamento básico, por isso o paciente deve fazer a reabilitação acompanhado de um fisioterapeuta, para que o programa seja personalizado.

 

A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir objetivos como analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho da amplitude de movimento de uma articulação, etc, e por isso, o tratamento não deve ser feito em casa e sem a supervisão de um profissional.

Os exercícios devem ter início após, aproximadamente, 2 semanas do começo da lesão, pois é nesse período que inicia a cicatrização.

 

 

1 - Adução e alongamento do quadril:

Deitar sobre as costas, com os joelhos dobrados e os pés bem apoiados no solo.

Suavemente, afastar os joelhos um do outro, tencionando os músculos da parte interna das coxas.

Manter por 20 segundos e repetir 3 vezes.

 

 

 

 

2 - Alongamento na parede da musculatura isquitiobial: 

Deitar de costas no chão, com as nádegas próximas ao batente de uma porta aberta, de forma que a perna sã fique totalmente estendida através dela.

A perna lesionada deve estar levantada e encostada contra a parede, de modo que o calcanhar descanse contra o batente.

Um alongamento muito forte será sentido, na parte posterior da sua coxa.

Manter por 60 segundos e repetir 3 vezes.

 

 

 

 

 

3 - Levantamento de perna deitado de lado: 

A: Deitar sobre o lado lesionado, com a perna de cima dobrada e o pé posicionado sobre o solo à frente da perna lesionada, que permanece estendida. 

Elevar a perna lesionada, o mais que puder, mantendo os quadris firmes. Manter 5 segundos e, lentamente, abaixar a perna.

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

B: Deitar sobre o lado não lesionado, contrair os músculos da frente da coxa da sua perna lesionada e levantá-la, uns dez centímetros acima da outra perna. Manter a perna estendida.

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

Quando o levantamento de perna deitado de lado se tornar fácil, é hora de começar a fortalecer os músculos das suas coxas e virilha, fazendo o exercícios 4, com a faixa terapêutica (Thera-Band). 

 

 

4 - Fortalecimento do quadril com resistência:

A: Flexão do quadril: 

Amarrar o Thera Band (faixa terapêutica) no pé de uma cama.

Em pé, de costas para a cama, prender a faixa no tornozelo.

Levar a perna para frente, mantendo o joelho estendido e contraindo os músculos da parte da frente da coxa.

Sem inclinar o tronco para frente.

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

B: Extensão do quadril: 

Ainda em pé, virar de frente para a cama e manter a faixa terapêutica (thera band) amarrada no seu tornozelo.

Levar a perna para trás, mantendo o joelho estendido, sem inclinar o tronco para frente.

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

 

 

C - Abdução do quadril:

Em pé, de lado para cama, com o lado não lesionado mais próximo dela. 

Manter a faixa em volta do tornozelo da perna lesionada.  

Com a perna lesionada estendida, levá-la para longe da perna boa. Retornar à posição inicial. 

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

 

D - Adução do quadril: 

Agora, com o lado não lesionado mais afastado da cama e a faixa envolta do tornozelo da perna lesionada.

Manter a perna lesionada com o joelho estendido e levá-la através do seu corpo, afastando-a da cama. Retornar a posição inicial. 

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

O que é a Distensão da Musculatura da Virilha? 

Distensão é um estiramento ou ruptura de um músculo ou um tendão. Os músculos da virilha ajudam a fechar as pernas. Existem dois músculos que normalmente se lesionam quando ocorre uma distensão da virilha, o Adutor Magnus (corre para baixo pela parte interna da coxa) e o Sartório (começa na parte externa do quadril, cruza a coxa e conecta-se perto da parte interna do joelho). 

 

Como ocorre?

Ocorre, com maior freqüência, durante corridas, saltos, arrancadas, viradas bruscas ou com a “abertura” excessiva da perna.

 

Quais os sintomas?

Dor ao longo da parte interna da coxa ou na região da virilha ao juntar as pernas e, às vezes, ao elevar o joelho.

 

Como é diagnosticada?

O médico pesquisará os sintomas e examinará a coxa e o quadril.

 

Como é tratada?

O tratamento pode incluir:

 

• Aplicação de compressas de gelo na coxa por 20 ou 30 minutos, sendo que a cada 8 minutos de gelo deve-se fazer uma pausa de 3 minutos. Pode ser feita a cada 3 ou 4 horas, por 2 ou 3 dias ou até que a dor desapareça;

• Uso de anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares;

• Fisioterapia;

 

Enquanto a lesão não estiver totalmente recuperada, o esporte, antes praticado, deverá mudar para um que não piore a condição. Por exemplo: Nadar ao invés de correr.

 

Quando retornar ao esporte ou atividade?

O objetivo da reabilitação é que o retorno ao esporte ou à atividade aconteça o mais rápido e seguramente possível. Se o retorno for precoce, existe a possibilidade de piora da lesão, que pode levar a um dano permanente.

Como cada indivíduo é diferente do outro, a velocidade de recuperação também é. Por isso, o retorno ao esporte será determinado pela recuperação dos músculos da virilha, não existindo um protocolo ou um tempo exato para isto acontecer.

Geralmente, quanto mais rápido o médico for consultado após a lesão, mais rápida será a recuperação.

 

Para retornar, seguramente, ao esporte ou à atividade é necessário:

• Possuir total alcance de movimento da perna lesionada, em comparação a não lesionada;

• Possuir total força da perna lesionada, em comparação a não lesionada;

• Poder correr em linha reta, sem sentir dor ou mancar;

• Poder correr a toda velocidade, em linha reta, sem sentir dor ou mancar;

• Poder fazer viradas bruscas, a 45º, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade;

• Poder fazer o “8” com 18 metros, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade;

• Poder fazer viradas bruscas, a 90º, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade;

• Poder fazer o “8” com 9 metros, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade;

• Poder pular com ambas as pernas e, depois, com a perna lesionada, sem sentir dor;

 

Como evitá-la?

A melhor maneira de evitá-la é com aquecimento e alongamento da região da virilha antes e depois de realizar as atividades. Isso é especialmente importante em atividades como corrida em velocidade e salto.

 

Exercícios de reabilitação da contusão ou distensão da virilha:

 

**Atenção, cuidado! Sempre faça os seus exercícios acompanhado por um profissional.

Os exercícios a seguir são apenas um guia de tratamento básico, por isso o paciente deve fazer a reabilitação acompanhado de um fisioterapeuta, para que o programa seja personalizado.

 

A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir objetivos como analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho da amplitude de movimento de uma articulação, etc, e por isso, o tratamento não deve ser feito em casa e sem a supervisão de um profissional.

Os exercícios devem ter início após, aproximadamente, 2 semanas do começo da lesão, pois é nesse período que inicia a cicatrização.

 

 

1 - Adução e alongamento do quadril:

Deitar sobre as costas, com os joelhos dobrados e os pés bem apoiados no solo.

Suavemente, afastar os joelhos um do outro, tencionando os músculos da parte interna das coxas.

Manter por 20 segundos e repetir 3 vezes.

 

 

 

 

2 - Alongamento na parede da musculatura isquitiobial: 

Deitar de costas no chão, com as nádegas próximas ao batente de uma porta aberta, de forma que a perna sã fique totalmente estendida através dela.

A perna lesionada deve estar levantada e encostada contra a parede, de modo que o calcanhar descanse contra o batente.

Um alongamento muito forte será sentido, na parte posterior da sua coxa.

Manter por 60 segundos e repetir 3 vezes.

 

 

 

 

 

3 - Levantamento de perna deitado de lado: 

A: Deitar sobre o lado lesionado, com a perna de cima dobrada e o pé posicionado sobre o solo à frente da perna lesionada, que permanece estendida. 

Elevar a perna lesionada, o mais que puder, mantendo os quadris firmes. Manter 5 segundos e, lentamente, abaixar a perna.

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

B: Deitar sobre o lado não lesionado, contrair os músculos da frente da coxa da sua perna lesionada e levantá-la, uns dez centímetros acima da outra perna. Manter a perna estendida.

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

Quando o levantamento de perna deitado de lado se tornar fácil, é hora de começar a fortalecer os músculos das suas coxas e virilha, fazendo o exercícios 4, com a faixa terapêutica (Thera-Band). 

 

 

4 - Fortalecimento do quadril com resistência:

A: Flexão do quadril: 

Amarrar o Thera Band (faixa terapêutica) no pé de uma cama.

Em pé, de costas para a cama, prender a faixa no tornozelo.

Levar a perna para frente, mantendo o joelho estendido e contraindo os músculos da parte da frente da coxa.

Sem inclinar o tronco para frente.

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

B: Extensão do quadril: 

Ainda em pé, virar de frente para a cama e manter a faixa terapêutica (thera band) amarrada no seu tornozelo.

Levar a perna para trás, mantendo o joelho estendido, sem inclinar o tronco para frente.

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

 

 

C - Abdução do quadril:

Em pé, de lado para cama, com o lado não lesionado mais próximo dela. 

Manter a faixa em volta do tornozelo da perna lesionada.  

Com a perna lesionada estendida, levá-la para longe da perna boa. Retornar à posição inicial. 

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

 

D - Adução do quadril: 

Agora, com o lado não lesionado mais afastado da cama e a faixa envolta do tornozelo da perna lesionada.

Manter a perna lesionada com o joelho estendido e levá-la através do seu corpo, afastando-a da cama. Retornar a posição inicial. 

Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

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