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mês passado
Para resolver essa questão, podemos usar a Lei dos Gases Ideais, que é expressa pela equação \( PV = nRT \), onde: - \( P \) é a pressão, - \( V \) é o volume, - \( n \) é o número de mols, - \( R \) é a constante dos gases, - \( T \) é a temperatura em Kelvin. Como a pressão \( P_0 \) é mantida constante e o volume do cilindro não muda, podemos comparar as condições iniciais e finais do gás. 1. Condições iniciais: - Temperatura inicial \( T_0 = 280 \, K \) - Massa inicial \( M_0 \) 2. Condições finais: - Temperatura final \( T = 350 \, K \) - Massa final \( M_f \) Como a pressão é constante, podemos usar a relação entre as massas e as temperaturas: \[ \frac{M_f}{M_0} = \frac{T}{T_0} \] Substituindo os valores: \[ \frac{M_f}{M_0} = \frac{350}{280} \] Calculando: \[ \frac{M_f}{M_0} = \frac{350}{280} = 1,25 \] Isso indica que, se não houvesse liberação de gás, a massa final seria 1,25 vezes a massa inicial, o que não é possível, pois a pressão é mantida constante e parte do gás foi liberada. Para manter a pressão constante, a massa de gás que permanece deve ser menor. Assim, precisamos encontrar a fração que corresponde à pressão constante. A relação correta para a massa que permanece no cilindro, considerando que parte do gás foi liberada, é: \[ M_f = M_0 \cdot \frac{T_0}{T} = M_0 \cdot \frac{280}{350} = M_0 \cdot 0,8 \] Portanto, a massa de gás que permanece no cilindro é, aproximadamente, de: b) 0,8 M0.
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