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Teologia

Unigran EAD
Questão 17 O fim da era do desperdício “Se medidas urgentes não forem tomadas, é quase certo que tenhamos um problema de saneamento e de abastecimento muito grande já daqui a duas décadas. [...] Haverá problemas sérios de falta de mananciais utilizáveis nas regiões urbanas. O planeta vive um ritmo de urbanização. [...] Para lidar com isso é preciso reduzir a perda de água tratada e reutilizá-la cada vez mais. O que ocorre é que, de um lado, vemos uma urbanização crescente, com o surgimento de macrometrópoles formadas sem o devido planejamento. De outro, observamos o aumento da população da classe média nas economias emergentes. Isso significa que quem não consumia passou a consumir, o que aumenta a pressão sobre o sistema energético e de abastecimento. Existe ainda a questão ambiental. Desmatamentos às margens dos rios contribuem para que estes sequem. E há áreas onde os lençóis freáticos foram tão sobrecarregados que elas agora correm o risco de se tornar desérticas. Na cidade do México, onde a água subterrânea é muito usada, isso já é uma realidade. [...] O Brasil desperdiça muita água tratada. Nossa perda média é de 37% [...] Há estados com perdas piores. No Amazonas as perdas chegam a 70%. [...]”. Para garantir que não faltará água no futuro são necessárias duas medidas fundamentais. A primeira é a redução das perdas, por meio da eficiência. Ao abrirem a torneira, as pessoas precisam saber que estão usando um bem valioso. Há muito descaso com a água, talvez porque, das utilidades públicas, ela seja a mais barata. A segunda medida fundamental é ampliar a reciclagem da água que é consumida. Hoje, existe no mundo um nível de tratamento tal que, ao fim dele, é possível beber a água que saiu da estação de tratamento de esgoto, ou seja, que passou pelo vaso sanitário. Pode parecer repugnante para muita gente, mas é como funciona em diversos países. E o método não tem relação com crises hídricas, trata-se de uma medida usual em Israel, por exemplo. (O texto é parte da entrevista realizada por Marina Barros com o economista Gesner Oliveira, publicada na Revista Veja em 06.08.2014, ed. 2.385, ano 47, nº 32, Editora Abril). De acordo com o texto, é possível afirmar que: A crescente urbanização, o aumento da classe média, a expansão do consumo, o desmatamento às margens de rios e a exploração indevida tendem a tornar a água um bem cada vez mais escasso. Apesar da falta de cuidado com a água, o abastecimento no futuro está garantido pela descoberta de novos recursos hídricos. Há muito desperdício de água, chegando até 70% em estados como o Amazonas. Uma das razões é o baixo preço do produto. Quando muito sobrecarregados, os lençóis freáticos podem se transformar em desertos. V. Tratar o esgoto e transformá-lo em água potável, própria para beber, está fora de cogitação nos dias de hoje, pois não existe tecnologia apropriada para isso. VI. Mesmo não enfrentando crise hídrica, países como Israel já reciclam a água de esgoto, que passa por tratamento e retorna para o consumo das pessoas. Estão corretas: Alternativas a) I, II, III, V b) II, III, IV, VI c) III, IV, V, VI d) I, III, IV, VI e) III, IV, V, VI
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tavaresoliveira966

há 2 meses

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