Logo Passei Direto
Buscar
Leia os textos. Texto 1: “No século XVIII, com os iluministas e o contexto da Revolução Industrial, a noção de progresso tomou conta dos estudos históricos. Nesse sentido, a História era concebida como uma evidência do progresso humano, oriundo das mudanças nos modelos de produção e sistemas da sociedade.” ARAÚJO, Sandra. Introdução aos estudos históricos. Recife: 2017, p. 8. Texto 2: “Assim, os pensadores iluministas como Montesquieu, Voltaire e Rousseau buscam na história dos povos, não apenas o espetáculo das diferentes religiões e dos costumes, mas o significado de um mundo liberto da sagrada escritura e livre ao progresso.” FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P9.
Segundo os textos, um elemento central nos estudos históricos durante o século XVIII foi
a compreensão dos diferentes tipos de sociedade.
a continuidade com um passado de gregos e romanos.
a valorização das sagradas escrituras.
a evidência do papel fundamental das religiões.
a noção de progresso contínuo.
User badge image
Praticando Para o Saber

há 7 meses

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 7 meses

Vamos analisar as alternativas com base nos textos apresentados: 1. A compreensão dos diferentes tipos de sociedade. - Embora os textos mencionem a análise das sociedades, o foco principal é na noção de progresso, não na compreensão dos diferentes tipos de sociedade. 2. A continuidade com um passado de gregos e romanos. - Os textos não enfatizam a continuidade com o passado grego e romano, mas sim a ideia de progresso e mudanças. 3. A valorização das sagradas escrituras. - Os textos falam sobre a busca de um mundo livre das sagradas escrituras, portanto, essa alternativa está incorreta. 4. A evidência do papel fundamental das religiões. - Os textos mencionam que os pensadores iluministas buscam entender a história além das religiões, então essa alternativa também está incorreta. 5. A noção de progresso contínuo. - Esta alternativa está correta, pois os textos falam claramente sobre a noção de progresso como um elemento central nos estudos históricos do século XVIII. Portanto, a alternativa correta é: a noção de progresso contínuo.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Sobre o surgimento da história entre os gregos, julgue as afirmativas.
As afirmativas verdadeiras são:
I- A história surge como disciplina ligada aos estudos filosóficos.
II- A história ocupava-se apenas do passado mais remoto, sendo o tempo mais presente pouco estudado.
III- Uma primeira forma de racionalidade foi fundamental para o surgimento da disciplina da História.
II e III.
somente a III.
I e II.
apenas I.
I e III.

As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, promoveram uma revolução na abordagem historiográfica e, no que que tange à temporalidade, atribuíram à longa duração um papel de destaque.
A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.
uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.
um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção do tempo cristão.
um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o movimento iluminista francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a Revolução Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.

As reflexões sobre o tempo histórico, após a Escola dos Annales, promoveram uma revolução na abordagem historiográfica e, no que tange à temporalidade, atribuíram à longa duração um papel de destaque.
A influência dessa historiografia francesa levou à compreensão da Idade Média como
uma época entre a queda do Império Romano do Oriente e o fim do Renascimento, na qual se identifica o progresso e a aceleração do tempo.
um período cronológico, entre a Antiguidade e a Idade Moderna, cuja história é atravessada por rupturas e continuidades que se estendem a outras épocas.
um período intermediário entre o início da Antiguidade Tardia e o movimento iluminista francês, que denuncia o obscurantismo medieval.
uma época que se estende entre o final do Império Romano do Ocidente e a Revolução Francesa, cujos ideais de liberdade acabam com o Feudalismo.
um período médio entre o início da Antiguidade Tardia e o processo de tomada de Constantinopla pelos turcos, com fortes influências orientais sobre a percepção do tempo cristão.

Do ponto de vista do método, a principal renovação da Escola dos Annales foi
uma maior permissividade na relação sujeito e objeto.
a retomada de um história voltada para os grandes homens e feitos.
uma concepção de tempo cíclica.
incorporação de novos tipos de documentos, não apenas os escritos.
a divulgação das novas pesquisas na revista Anais de História Econômica e Social.