Ed
há 3 meses
Vamos analisar cada uma das alternativas em relação ao caso de Joana e à abordagem clínica para lombalgia: a) A lombalgia inespecífica, por ser a causa mais comum em todos os níveis de atenção, deve ser sempre a principal hipótese, independentemente da história ou do local de atendimento. - Embora a lombalgia inespecífica seja comum, não se deve ignorar a história clínica e outros fatores relevantes. b) As causas raras mas alarmantes, como infecção vertebral, devem ser descartadas desde início, pois a baixa prevalência impede que tenham relevância clínica na APS. - Essa afirmação é incorreta, pois mesmo causas raras podem ser relevantes, especialmente se houver sinais de alarme. c) A baixa prevalência não exclui a necessidade de considerar causas graves, especialmente se houver sinais de alarme. - Esta alternativa é correta, pois enfatiza a importância de considerar causas graves, mesmo que raras, quando há sinais de alarme. d) Raciocínio clínico parte de uma hipótese mais provável, mas não ignora hipóteses críticas. - Embora essa afirmação seja verdadeira, não aborda diretamente a questão das causas graves e sinais de alarme. Diante da análise, a alternativa mais adequada é: c) A baixa prevalência não exclui a necessidade de considerar causas graves, especialmente se houver sinais de alarme.
Já tem uma conta?
Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade
Mais perguntas desse material