Ed
há 2 meses
Analisando o caso apresentado, temos um homem com fratura fechada de tíbia proximal, sinais de comprometimento vascular (membro pálido, frio, com parestesia e dor desproporcional), além de sinais vitais alterados que indicam um estado de choque (PA 88×60 mmHg e FC 125 bpm). A fratura instável em livro aberto da pelve também é uma preocupação, pois pode estar associada a sangramentos significativos. Vamos analisar as alternativas: 1. Solicitar avaliação ortopédica para fixador externo e adiar contenção da pelve até resultados de imagem e definição cirúrgica completa. - Essa abordagem não é imediata e pode deixar o paciente em risco de sangramento. 2. Aplicar cinta pélvica para conter sangramento, iniciar transfusão maciça e monitorar sinais de síndrome compartimental na perna, com fasciotomia precoce se indicado. - Esta opção é a mais adequada, pois a cinta pélvica pode ajudar a controlar o sangramento da fratura pélvica instável, e a monitorização da síndrome compartimental é crucial devido à dor intensa e sinais de comprometimento vascular na perna. 3. Aguardar exames como tomografia e doppler antes de intervir, priorizando a documentação completa das lesões musculoesqueléticas. - Aguardar exames não é apropriado em um caso de trauma com sinais de choque e fraturas instáveis. 4. Realizar punção abdominal diagnóstica, imobilizar a fratura com tala e administrar analgésico intravenoso até estabilização clínica. - Embora a imobilização e a analgesia sejam importantes, a punção abdominal não é a prioridade imediata neste cenário. Diante da análise, a conduta imediata mais adequada é: Aplicar cinta pélvica para conter sangramento, iniciar transfusão maciça e monitorar sinais de síndrome compartimental na perna, com fasciotomia precoce se indicado.
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