1. Compreensão inicial a. Segundo o autor, por que a ideia de que a Amazônia é “natureza intocada” é equivocada?
b. Quais evidências indicam que a ocupação humana da Amazônia é mais antiga do que se pensava?
c. Cite locais, datas e tipos de sítios arqueológicos.
d. Como era a economia dos primeiros habitantes da região?
e. O que eles caçavam, coletavam e manejavam?
2. Estrutura do meio físico a. Qual é a importância da distinção entre rios de água branca, preta e clara?
b. De que forma as variações sazonais (cheia e seca) influenciavam a alimentação e mobilidade?
3. Tecnologia e cultura material
a. Por que pontas de projétil são raras na Amazônia?
b. O que a ponta encontrada em Iranduba revela sobre técnicas e especialização?
4. Manejo e domesticação a. O que caracteriza o processo de domesticação de plantas?
b. Como isso se diferencia de agricultura?
c. Por que a mandioca é considerada um exemplo clássico de domesticação amazônica?
d. Quais argumentos o autor apresenta para mostrar que populações pré-coloniais eram agricultoras há pelo menos 3 mil anos?
5. Debate historiográfico a. Como o texto de Góes Neves dialoga com visões antigas da arqueologia que afirmavam que florestas tropicais não poderiam sustentar populações complexas?
b. Como o autor usa a cooperação entre arqueologia, linguística e paleoecologia para reconstruir a história profunda da região?
6. Questões de interpretação crítica a. O texto desmonta a visão colonialista da Amazônia como “vazia”. Que implicações políticas essa mudança de narrativa tem para o presente?
b. O que o texto sugere sobre a relação entre povos indígenas e o ambiente?
c. Como o reconhecimento da longa ocupação humana ajuda a repensar debates atuais sobre desenvolvimento, sustentabilidade e direitos territoriais?
7. Reflexão: Por que a Amazônia não é uma floresta intocada?