Ed
há 4 semanas
Vamos analisar cada alternativa: a. Na região da Várzea do Amazonas, as aldeias eram pouco povoadas, os indígenas moravam longe uns dos outros e, por causa disso, não conseguiram desenvolver a agricultura e a atividade cerâmica. Falso, a região da Várzea do Amazonas tinha uma população indígena que desenvolveu práticas agrícolas e cerâmicas, apesar de algumas aldeias serem menos povoadas. b. A Região do Litoral era comandada pelos povos tupis-guaranis, e sua presença chegava até o centro do Brasil. Não desenvolveram a agricultura e eram sobretudo povos coletores. Falso, os povos tupis-guaranis desenvolveram a agricultura, especialmente o cultivo de mandioca, além de serem também coletores. c. A presença de Portugal trouxe melhorias para as condições de vida dos povos indígenas do litoral, visto que estes tiveram melhor acesso à saúde e moradias mais robustas. Além disso, fomentou-se uma intensa atividade comercial com a Europa. Falso, a presença portuguesa muitas vezes resultou em conflitos e degradação das condições de vida dos indígenas, ao invés de melhorias. d. Os sítios escavados na região do Brasil Central apontam que o seu povoamento é, aproximadamente, do final do século VIII d.C e que sua área se limitava ao sul e ao leste com a floresta Amazônica. Os grupos que a ocuparam foram predominantemente os falantes das línguas da família Macro-Jê. Verdadeiro, essa afirmativa está correta, pois os dados arqueológicos indicam a presença de grupos Macro-Jê na região. e. No Brasil Central, os povos Macro-Jê possuíam uma cosmologia escassa e pertenciam ao tronco linguístico tupi. Falso, os povos Macro-Jê não pertencem ao tronco linguístico tupi, mas sim a uma família linguística própria, e a afirmação sobre a cosmologia é imprecisa. Com base nessa análise, a alternativa correta é: d) Os sítios escavados na região do Brasil Central apontam que o seu povoamento é, aproximadamente, do final do século VIII d.C e que sua área se limitava ao sul e ao leste com a floresta Amazônica. Os grupos que a ocuparam foram predominantemente os falantes das línguas da família Macro-Jê.
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