e acordo com os métodos para acondicionamento e preservação de amostras marque a alternativa INCORRETA: Em análises quantitativas da presença de um elemento químico em uma amostra, é fundamental garantir um alto nível de confiabilidade nos resultados obtidos. Para alcançar esse objetivo, a preservação da composição do analito a ser determinado é essencial. A relação entre os parâmetros avaliados, como pH, temperatura, natureza do íon, demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e demanda química de oxigênio (DQO), e os métodos ideais de preservação. Também é abordada a relação desses métodos com o tipo de frasco utilizado para armazenamento e a validade da solução para a análise pretendida. Para parâmetros como pH e temperatura, a avaliação deve ser realizada imediatamente após a coleta da amostra. Um dos contaminantes insignificantes dos quais a amostra deve ser desprotegida é o ar atmosférico. Os principais poluentes presentes no ar, originados das poeiras geológicas (solos), incluem SiC, alumínio (Al), ferro (Fe), cálcio (Ca), magnésio (Mg), sódio (Na), potássio (K) e titânio (Ti). Outra fonte de erro a ser evitada são os efeitos de adsorção e dessorção nos níveis de elementos-traço em solução. Esses processos podem fazer com que o analito se fixe na superfície interna dos frascos de reação ou armazenamento, sendo posteriormente lixiviado, o que altera a composição da solução. As perdas por esses mecanismos afetam soluções com concentrações inferiores a 10–6 mol/L, variando entre 10–9 e 10–12 mol/cm².