Em muitas escolas brasileiras, a inclusão de estudantes com altas habilidades/superdotação (AH/SD) ainda enfrenta desafios significativos. Entre os principais obstáculos está a dificuldade de identificar esses alunos, pois muitos professores não receberam formação adequada para reconhecer comportamentos e características típicas desse público. Além disso, o processo de identificação e acompanhamento muitas vezes não considera a participação ativa da família, que é fundamental para fornecer informações sobre o desenvolvimento, interesses e necessidades dos filhos. A ausência de diálogo entre escola e família pode resultar em exclusão, mesmo em contextos que se dizem inclusivos. Para superar essas barreiras, é necessário construir uma relação de parceria, respeito e compreensão mútua, em que a escola valorize o conhecimento e o apoio familiar, e a família participe efetivamente das decisões pedagógicas. Assim, a integração de diferentes saberes e perspectivas contribui para uma educação mais justa, equânime e democrática, promovendo o pleno desenvolvimento dos alunos com AH/SD. Fonte: TESTONI, Solange Aparecida de Aquino; BELTHER, Josilda Maria. Educação de Jovens, Adultos e Idosos: o reconhecimento da diversidade e o direito à educação para todos. RECeT – Revista de Educação, Ciência e Tecnologia, Presidente Epitácio, SP, v. 3, n. 2, p. 96–108, jul.–dez. 2022. ISSN: 2675-9098. Com base nesse contexto, a equipe escolar deve: