Ed
há 6 dias
Vamos analisar as alternativas uma a uma: a) sempre foi uma relação baseada na confiança recíproca - Essa afirmação não é verdadeira, pois a relação entre as polícias e a população LGBTQIA+ historicamente tem sido marcada por desconfiança e hostilidade. b) os chamados “rondões” ocorridos em São Paulo na década de 1980 sempre foram bem vistos por todos os policiais - Essa afirmação é imprecisa, pois os "rondões" eram frequentemente alvo de repressão policial e não eram bem vistos por todos. c) a subnotificação de infrações penais que têm como vítimas pessoas LGBTQIA+ podem ser atribuídas exclusivamente a estas, que sem qualquer razão não confiam no trabalho policial - Essa afirmação é simplista e não considera os fatores históricos e sociais que contribuem para essa desconfiança. d) considerando que desde 1830 não havia no Brasil um tipo penal específico criminalizando as homossexualidades, a violência de Estado contra a população LGBTQIA+ operava por intermédio de interpretações subjetivas sobre tipos penais compostos por termos indeterminados, uma das razões das pessoas LGBTQIA+ estarem sujeitas a atitudes hostis da polícia - Esta afirmação é correta, pois reflete a realidade histórica da violência de Estado e a falta de proteção legal para a população LGBTQIA+. e) as perseguições policiais às pessoas LGBTQIA+ ao longo da história brasileira não têm qualquer impacto na atual relação entre essas pessoas e o Estado brasileiro, em especial, com as polícias de uma forma geral - Essa afirmação é falsa, pois as perseguições históricas têm um impacto significativo na relação atual. Portanto, a alternativa correta é: d) considerando que desde 1830 não havia no Brasil um tipo penal específico criminalizando as homossexualidades, a violência de Estado contra a população LGBTQIA+ operava por intermédio de interpretações subjetivas sobre tipos penais compostos por termos indeterminados, uma das razões das pessoas LGBTQIA+ estarem sujeitas a atitudes hostis da polícia.
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