Ed
há 2 meses
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à situação descrita: a) Como o veículo está registrado com o condutor como proprietário, a alteração na placa traseira atinge apenas a esfera administrativa, sendo aplicado apenas o auto de infração com base no art. 230, VI, do CTB, que trata da visibilidade e legibilidade das placas, além da possibilidade de remoção do veículo. - Esta alternativa considera a infração administrativa, mas não aborda a gravidade da adulteração. b) Liberar o veículo, pois tal fato não configura infração de trânsito e/ou crime. - Esta alternativa está incorreta, pois a adulteração da placa é uma infração e pode configurar crime. c) Fazer com que o condutor retire a fita e somente orientá-lo a respeito do fato. - Esta alternativa é insuficiente, pois não trata da gravidade da adulteração. d) Após a constatação da adulteração do sinal identificador, realizar a apreensão do veículo e conduzi-lo, juntamente com o condutor, até a polícia judiciária, enquadrando-o no previsto no Art. 311 do CP. - Esta alternativa é a mais correta, pois a adulteração da placa é uma infração grave e pode ser considerada crime, conforme o artigo mencionado. Portanto, a alternativa correta é: d) Após a constatação da adulteração do sinal identificador, realizar a apreensão do veículo e conduzi-lo, juntamente com o condutor, até a polícia judiciária, enquadrando-o no previsto no Art. 311 do CP.


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