O desafio ocorre no contexto de um programa interno de desenvolvimento chamado “Trajetórias que Transformam”. Caroline, 28 anos, atua como assistente administrativa e, apesar de ser dedicada e bem avaliada, manifesta desmotivação, insegurança e dificuldade em visualizar progresso. Seu estado desejado envolve migrar para Analista Administrativo, desenvolver competências técnicas e alcançar maior equilíbrio pessoal. O conceito de Projeto de Vida explica a dificuldade de Caroline em perceber direção e sentido em sua trajetória. A ausência de objetivos estruturados contribui para a sensação de estagnação. O Plano Estratégico Pessoal ajuda a entender por que o esforço realizado não gera percepção de avanço: metas sem organização tendem a produzir frustração. Já o Protagonismo Profissional esclarece como as reprovações internas impactaram sua motivação, indicando que uma postura mais ativa e estratégica pode favorecer adaptações e crescimento. Recomenda-se inicialmente a construção de um Plano Estratégico Pessoal, com definição clara do objetivo de transição para Analista Administrativo, identificação das competências exigidas pela função e estabelecimento de ações práticas, como capacitações específicas, participação em projetos internos e busca estruturada por feedback. Essa proposta é sustentada pela teoria do planejamento estratégico aplicado ao desenvolvimento individual.