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Em uma intervenção com adolescente que usa tecnologia assistiva para comunicação, qual contraindicação relativa deve o terapeuta ocupacional considerar antes de introduzir um novo aplicativo? A. Paralisia cerebral severa sem uso do membro superior. B. Hipersensibilidade auditiva e fadiga visual. C. Autismo leve com bom uso da linguagem oral. D. Adolescente sem deficiências. E. Distrofia muscular recém-diagnosticada.
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LMA

mês passado

Respostas

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mês passado

Para responder a essa pergunta, precisamos analisar cada uma das alternativas em relação à contraindicação relativa que um terapeuta ocupacional deve considerar ao introduzir um novo aplicativo de tecnologia assistiva para comunicação. A. Paralisia cerebral severa sem uso do membro superior - Essa condição pode dificultar o uso de certos aplicativos, mas não é uma contraindicação relativa. B. Hipersensibilidade auditiva e fadiga visual - Essas condições podem afetar a capacidade do adolescente de usar tecnologia assistiva de forma eficaz, tornando-se uma contraindicação relativa. C. Autismo leve com bom uso da linguagem oral - Essa condição não representa uma contraindicação, pois o adolescente pode se beneficiar da tecnologia assistiva. D. Adolescente sem deficiências - Não há contraindicação aqui, pois o adolescente não precisa de tecnologia assistiva. E. Distrofia muscular recém-diagnosticada - Embora essa condição possa exigir adaptações, não é uma contraindicação relativa. Analisando as opções, a contraindicação relativa que deve ser considerada é: B. Hipersensibilidade auditiva e fadiga visual.

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