"O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre religião, publicado na sexta-feira (6/6), apontou que a orientação religiosa do brasileiro está mais diversificada. Enquanto caiu o número de católicos, os adeptos das religiões Umbanda e Candomblé mais que triplicaram desde 2010, e o avanço evangélico, apesar de continuar, perdeu força. O número dos que não têm religião também cresceu. Embora o percentual de pessoas assumidamente umbandistas e/ou candomblecistas seja baixo, de 1,1%, o número é quase quatro vezes maior do que no último Censo, quando era de 0,3%. A população formada por religiões de matriz africana saiu de 525,6 mil pessoas para 1,8 milhão de pessoas — crescimento de 252%" (MacCord; Bernardes, 2025). Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2025/06/7167264-a-fe-brasileira-esta-mais-diversa-aponta-ibge.html. Acesso em: 9 fev. 2026. Em uma sociedade marcada pela diversidade cultural, religiosa e social, surgem conflitos decorrentes de preconceito e intolerância contra determinados grupos. Diante desse cenário, ao Estado cabe adotar políticas públicas voltadas à proteção das diferenças e à promoção do respeito mútuo. À luz da concepção constitucional, assinale a alternativa que interpreta corretamente o papel do pluralismo e da tolerância no Estado Democrático de Direito: Alternativas Alternativa 1: A proteção às diferenças deve ser restrita à esfera privada, não cabendo ao Estado intervir. Alternativa 2: O pluralismo representa um obstáculo à unidade social, devendo ser limitado para evitar conflitos. Alternativa 3: A tolerância consiste apenas em aceitar passivamente as diferenças, sem exigir ações concretas do Estado. Alternativa 4: O pluralismo e a tolerância são valores incompatíveis com a igualdade material defendida pelo Estado Democrático de Direito. Alternativa 5: O reconhecimento do pluralismo impõe ao Estado o dever de adotar medidas que respeitem as diferenças e promovam a dignidade da pessoa humana.