Uma fonoaudióloga atende um paciente adulto com queixa de perda auditiva unilateral progressiva na orelha direita. Na audiometria tonal liminar por via aérea, são obtidos limiares de 75 dB NA na orelha direita e 20 dB NA na orelha esquerda, utilizando fones supra-aurais. Durante o exame, o paciente responde aos estímulos apresentados na orelha direita de forma consistente, mesmo em intensidades elevadas. A profissional reconhece que, em avaliações audiométricas, é necessário garantir que as respostas obtidas correspondam à orelha avaliada, evitando que a audição da orelha contralateral influencie o resultado. Para isso, considera os valores de atenuação interaural do tipo de transdutor utilizado e a diferença entre os limiares das duas orelhas. Ao analisar os dados obtidos, a fonoaudióloga reflete sobre o risco de audição cruzada e sobre a necessidade de aplicar o mascaramento auditivo. A decisão envolve compreender o momento adequado de mascarar, bem como os critérios técnicos que fundamentam essa conduta, garantindo a fidedignidade dos limiares registrados e a segurança diagnóstica. Considerando os limiares obtidos e o transdutor utilizado, qual conduta técnica é indicada para garantir a confiabilidade da avaliação? A Aplicar