Ed
semana passada
A tecnologia CRISPR-Cas9 permite a edição precisa do DNA, sendo usada para modificar geneticamente células tumorais. No caso do glioblastoma, a edição pode inativar genes que conferem resistência à quimioterapia, como à temozolomida, aumentando a sensibilidade das células ao tratamento. Isso potencializa a eficácia da terapia, ajudando a superar a resistência tumoral e melhorando os resultados clínicos. Estudos como os de Hao et al. (2018) e Li et al. (2025) demonstram esse potencial da CRISPR-Cas9 na modificação genética para otimizar tratamentos oncológicos.