) O Brasil tem registrado aumento na incidência de algumas Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), especialmente entre jovens adultos. Segundo o Boletim Epidemiológico HIV/Aids (MS, 2022), a maior concentração de novos casos de HIV ocorre na faixa etária de 20 a 34 anos. Embora haja avanços em diagnóstico rápido e tratamento antirretroviral, persistem barreiras importantes: o estigma associado às ISTs, a discriminação social e a dificuldade de acesso a serviços de saúde. Evidências apontam que municípios com maior cobertura da atenção primária e com estratégias educativas contínuas apresentam melhores indicadores de prevenção e controle. O enfrentamento das ISTs não se limita à oferta de recursos clínicos, mas depende também de: Alternativas: a) políticas de educação em saúde, combate ao estigma e garantia de acesso equitativo aos serviços. b) uso universalizado de antivirais, independentemente da condição sorológica da população. c) medidas restritivas à atividade sexual de jovens até a vida adulta. d) substituição da rede de atenção primária por hospitais especializados. e) diminuição das ações de prevenção, a fim de reduzir constrangimentos na população.