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Contexto:
Beatriz é cliente do segmento Alta Renda e possui em sua custódia 1.000 ações da empresa "Tecnologia Global S.A.", atualmente cotadas a R$ 100,00 cada. Ela recebe uma carta da companhia informando que foi aprovado em Assembleia Geral um movimento societário na proporção de 1 para 10. Beatriz, preocupada, entra em contato com você, seu consultor certificado, pois não entende se isso significa que ela terá que pagar por novas ações ou se sua participação na empresa será reduzida. Ela questiona: "Agora que terei 10.000 ações, minha fatia de controle na empresa aumenta ou eu serei diluída porque haverá muito mais ações no mercado?”
Ao explicar o evento de desdobramento (split) para Beatriz, qual deve ser a sua orientação técnica e ética sobre o impacto dessa operação no patrimônio e na participação dela?
A) O desdobramento aumenta a quantidade de ações, mas reduz o preço unitário na mesma proporção; o patrimônio total de Beatriz permanece inalterado e não ocorre diluição de sua participação percentual no capital da empresa.
B) Como o número total de ações da empresa no mercado aumentou dez vezes, Beatriz sofrerá uma diluição de sua participação societária, a menos que exerça seu direito de preferência e compre mais ações no mercado secundário.
C) O evento descrito é uma bonificação em ações, o que significa que Beatriz recebeu um presente da companhia e seu patrimônio total será elevado em dez vezes de forma imediata, mantendo o preço de tela de R$ 100,00.
D) Beatriz deve ser informada que a operação visa reduzir a liquidez das ações para atrair investidores institucionais, e que o valor total investido por ela será ajustado conforme a nova política de dividendos da companhia.
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Desafios para Aprender

há 2 meses

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há 2 meses

Vamos analisar o evento descrito: um desdobramento (split) na proporção de 1 para 10 significa que cada ação existente será dividida em 10 ações, aumentando a quantidade de ações que Beatriz possui de 1.000 para 10.000. No entanto, o preço unitário da ação será ajustado para refletir essa divisão, ou seja, o preço por ação será reduzido proporcionalmente (de R$ 100,00 para R$ 10,00), mantendo o valor total investido por Beatriz inalterado. Importante: o desdobramento não altera a participação percentual de Beatriz na empresa, pois o número total de ações da companhia também aumenta na mesma proporção, não havendo diluição. Analisando as alternativas: A) Correta: explica que o patrimônio total permanece o mesmo e não há diluição da participação. B) Incorreta: fala em diluição, o que não ocorre no desdobramento. C) Incorreta: confunde desdobramento com bonificação e diz que o patrimônio aumenta, o que não é verdade. D) Incorreta: não corresponde ao efeito do desdobramento. Portanto, a resposta correta é: A) O desdobramento aumenta a quantidade de ações, mas reduz o preço unitário na mesma proporção; o patrimônio total de Beatriz permanece inalterado e não ocorre diluição de sua participação percentual no capital da empresa.

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Contexto:
Dona Margarida, aposentada pelo INSS e cliente do Banco Dinheiro Certo há 10 anos, possui um contrato de empréstimo consignado (Contrato A) com saldo devedor de R$ 15.000,00. No momento da contratação original, ela optou pela adesão a um Seguro Prestamista para garantir a quitação da dívida em caso de morte ou invalidez. Recentemente, Margarida foi ao banco buscando reduzir o valor das parcelas. O gerente Lucas propôs a liquidação do Contrato A através da formalização de um novo contrato (Contrato B), com taxa de juros menor e prazo estendido. Margarida questiona o gerente se o seguro que ela já paga no primeiro contrato passará automaticamente a cobrir a nova dívida do Contrato B, mantendo sua família protegida contra o saldo devedor caso algo lhe aconteça.
Considerando as normas de seguros e as boas práticas de conduta no atendimento ao cliente, qual deve ser a orientação correta de Lucas sobre a continuidade da proteção do seguro prestamista nesta transação?
A) O seguro do Contrato A é cancelado automaticamente com a liquidação da dívida, sendo necessária a contratação de uma nova apólice ou bilhete de seguro vinculado especificamente ao Contrato B para manter a proteção do novo saldo devedor.
B) A proteção do seguro prestamista é vinculada ao CPF da cliente e não ao número do contrato; portanto, a cobertura do Contrato A migra automaticamente para o Contrato B sem necessidade de novos custos ou assinaturas.
C) O banco é obrigado a manter a cobertura do seguro original por até 90 dias após a quitação do Contrato A, tempo suficiente para que a cliente decida se deseja averbar o seguro antigo no novo contrato de crédito.
D) Como se trata de uma renovação de crédito na mesma instituição, a SUSEP determina que o seguro prestamista seja vitalício, cobrindo qualquer saldo devedor que a cliente venha a ter com o banco enquanto o contrato estiver ativo.

Contexto:
Você está participando de uma Assembleia Geral de Cotistas do fundo "Horizonte Global", que recentemente adaptou seu regulamento à Resolução CVM 175. Durante a sessão, um grupo de investidores demonstra confusão sobre a estrutura de custos e as funções dos prestadores de serviço. O investidor Sr. Alberto questiona: "Eu vi que o valor da minha cota oscila todo dia, mas não entendo se a taxa de administração e a taxa de gestão já foram tiradas desse valor ou se receberei um boleto no final do ano. Além disso, quem é que eu devo cobrar se as ações compradas pelo fundo forem inadequadas: quem cuida da papelada (Administrador) ou quem escolhe as ações (Gestor)?"
Considerando as regras de transparência e a segregação de funções estabelecidas pela CVM 175, qual deve ser a explicação correta dada aos cotistas na assembleia?
A) As taxas de administração e gestão são provisionadas diariamente por dias úteis e deduzidas do patrimônio do fundo, de modo que o valor da cota divulgado já é líquido dessas despesas; o Gestor é o responsável direto pelas decisões de investimento e escolha dos ativos.
B) O valor da cota divulgado nos canais oficiais é o valor bruto, sendo que o Administrador realiza o repasse das taxas de forma anual diretamente da conta corrente dos cotistas; o Administrador acumula a função de escolher os ativos e responder perante a CVM.
C) As taxas são cobradas apenas quando o fundo apresenta rentabilidade positiva (taxa de performance), sendo o Gestor o responsável legal por garantir que o valor da cota nunca seja inferior ao aporte inicial, sob risco de sanções administrativas da CVM.
D) Pela CVM 175, a taxa de administração engloba obrigatoriamente a taxa de custódia e auditoria, sendo descontada apenas no momento do resgate para evitar a oscilação diária da cota; o Administrador é quem escolhe os ativos visando o melhor interesse do cotista.

Contexto:
Ricardo é um investidor entusiasta de tecnologia e recentemente realizou um empréstimo através de um protocolo de Finanças Descentralizadas (DeFi). Ele ficou impressionado ao notar que, ao depositar seus criptoativos como garantia (colateral), o valor do empréstimo foi liberado instantaneamente em sua carteira digital, sem que ele precisasse assinar papéis em cartórios ou aguardar a aprovação de um gerente de banco. Ricardo notou que todas as regras de juros e prazos foram executadas de forma autônoma pela rede. Intrigado com a segurança desse processo e com a ausência de "intermediários humanos" no momento da execução, ele procura você, seu assessor certificado, para entender como é possível garantir que as condições do contrato sejam cumpridas sem uma autoridade central.
Considerando a estrutura das Finanças Descentralizadas mencionada por Ricardo, como você deve explicar o mecanismo técnico que garantiu a execução automática e segura das condições do empréstimo sem a necessidade de intermediários tradicionais?
A) A segurança é garantida por uma rede privada de cartórios digitais que monitoram as transações em tempo real, validando cada contrato individualmente por meio de assinaturas eletrônicas centralizadas em um servidor do Banco Central.
B) A operação foi executada por meio de Smart Contracts (Contratos Inteligentes), que são códigos autoexecutáveis armazenados na Blockchain, cujas cláusulas e condições são programadas para serem cumpridas automaticamente quando os critérios pré-estabelecidos são atingidos.
C) O protocolo DeFi utiliza um sistema de compensação idêntico ao das Clearing Houses do Sistema Financeiro Nacional, onde instituições financeiras tradicionais atuam como garantidoras ocultas das transações realizadas na rede distribuída.
D) A ausência de intermediários é compensada por um seguro de crédito obrigatório emitido por seguradoras globais, que intervêm manualmente sempre que o código da plataforma apresenta uma falha de execução ou erro de processamento.

Contexto:
Sr. Joaquim, 65 anos, acumulou um patrimônio de R$ 1.200.000,00 em um plano VGBL ao longo de sua vida profissional. Ele planeja iniciar a fase de recebimento de renda agora, mas possui uma preocupação específica: ele deseja receber uma renda mensal para complementar seu estilo de vida por um período determinado de 10 anos, tempo que ele estima ser o necessário para que seus netos concluam a faculdade. No entanto, ele foi enfático ao dizer que, caso venha a falecer antes de completar esse período de 10 anos, ele não aceita que o dinheiro "fique para a seguradora". Ele exige que o restante das parcelas que ele ainda não recebeu seja pago integralmente aos seus herdeiros indicados no plano.
Considerando o objetivo de Sr. Joaquim de garantir o recebimento por um tempo determinado e a transferência do fluxo de renda para os herdeiros em caso de morte prematura, qual tipo de renda o profissional certificado deve indicar?
A) Renda Mensal Vitalícia, pois garante o pagamento ao titular enquanto ele viver e, após o seu falecimento, o saldo remanescente é automaticamente convertido em uma pensão vitalícia para os herdeiros.
B) Renda Mensal Temporária, que assegura o pagamento por um período pré-definido, cessando o pagamento imediatamente em caso de falecimento do titular, revertendo o saldo para o fundo de reserva da seguradora.
C) Renda Mensal por Prazo Certo, que garante o pagamento pelo período escolhido (ex: 10 anos), e caso o titular faleça durante esse prazo, o pagamento das parcelas restantes será feito aos beneficiários até o fim do período.
D) Renda Mensal Vitalícia com Prazo Mínimo Garantido, onde a seguradora paga a renda para os herdeiros apenas se o titular falecer no primeiro mês de contratação, sendo que após 1 ano o benefício torna-se intransferível.

Sr. Alberto possui uma carteira diversificada de fundos de investimento e ações no Banco Alpha, onde investe há mais de 15 anos. Recentemente, ele decidiu concentrar seus investimentos em uma nova corretora que oferece uma plataforma tecnológica mais moderna. Alberto está preocupado, pois leu em um blog que o processo de "levar os investimentos" pode demorar e ele não quer que seu dinheiro fique "travado" ou inacessível por muito tempo, caso precise de liquidez imediata para uma emergência. Ele cogita resgatar tudo, pagar os impostos e transferir o dinheiro vivo, mas o gerente da nova corretora sugere a transferência de custódia (STVM) para preservar o histórico de aquisição e evitar o impacto tributário do resgate.
Considerando o desejo de Alberto de transferir seus fundos para outra instituição com eficiência e segurança, qual orientação o profissional deve fornecer sobre o rito de transferência de custódia?
A) O investidor deve realizar o resgate total de suas cotas no Banco Alpha e aguardar o crédito em conta para então realizar um TED para a nova instituição, sendo este o único rito que garante a disponibilidade imediata dos recursos.
B) Alberto deve solicitar a transferência e o Banco Alpha tem o direito de reter os ativos por até 60 dias úteis para auditoria interna de conformidade, período no qual o investidor não poderá realizar nenhuma movimentação.
C) A transferência de custódia exige que o investidor comprove uma renda mínima mensal superior a R$ 20.000,00 na instituição de destino, caso contrário, os fundos de investimento devem ser obrigatoriamente liquidados antes da migração.
D) O rito normal de transferência de custódia deve ser seguido, onde a instituição cedente deve processar o pedido em até dois dias úteis após o recebimento da solicitação válida, permitindo que Alberto mantenha suas posições sem a necessidade de resgate antecipado.

Eduardo deseja adquirir um imóvel e contratou um financiamento habitacional de longo prazo. Ao analisar as opções de pagamento, ele se depara com duas tabelas: SAC e Price. Eduardo percebe que, na Tabela Price, as prestações iniciais são menores e mais amigáveis ao seu fluxo de caixa mensal, mas o gerente do banco o alerta que o custo total em juros pode ser maior. Confuso, ele procura você, profissional CPA, para entender se apenas a taxa de juros nominal deve ser o critério de sua decisão ou se outros fatores influenciam o montante total que ele pagará ao banco ao final de 30 anos. Eduardo questiona: "Se a taxa de juros anual é a mesma para os dois sistemas, por que os juros totais pagos seriam diferentes?"
Ao explicar a diferença entre os sistemas de amortização para Eduardo, qual fator deve ser destacado como determinante para o cálculo dos juros totais pagos em um financiamento de longo prazo?
A) O montante total de juros pagos depende não apenas da taxa, mas da periodicidade das parcelas, do prazo total contratado e, principalmente, da velocidade com que o saldo devedor é amortizado em cada sistema.
B) Os juros totais são definidos exclusivamente pela taxa nominal do contrato, sendo que a escolha entre SAC ou Price altera apenas o valor da última parcela, sem impacto no custo financeiro acumulado.
C) A Tabela Price sempre resultará em juros totais menores, pois a periodicidade mensal das parcelas fixas impede a capitalização de juros sobre o saldo devedor residual, ao contrário do que ocorre no sistema SAC.
D) O sistema de amortização é um fator secundário que não interfere no Custo Efetivo Total (CET), uma vez que a legislação brasileira obriga a equalização dos juros pagos independentemente da forma de pagamento escolhida.

Marcelo é um investidor de varejo que aplica no fundo "Multiestratégia Dinâmico". Ao ler a lâmina de informações essenciais, ele percebe que o fundo é dividido em diferentes "Subclasses". Ele nota que a Subclasse "V" (Varejo) possui uma taxa de administração de 1,50% ao ano, enquanto a Subclasse "Q" (destinada a Investidores Qualificados) possui taxa de 0,80% ao ano e permite o uso de derivativos para alavancagem, algo que não está disponível na sua subclasse. Marcelo questiona seu gerente se é legalmente permitido que um único fundo ofereça condições de custo e níveis de risco tão distintos entre seus cotistas e se o prejuízo de uma subclasse alavancada pode vir a "contaminar" o seu dinheiro na subclasse de varejo.
Com base nas inovações da Resolução CVM 175 sobre a estrutura de classes e subclasses, qual deve ser a explicação correta sobre a diferenciação de taxas, riscos e a responsabilidade entre elas?
A) As subclasses podem ter taxas de administração diferentes para atrair públicos distintos, mas o nível de risco e a política de investimento devem ser rigorosamente iguais para todos os cotistas, independentemente de serem qualificados ou profissionais.
B) Cada classe de cotas possui patrimônio segregado, permitindo que existam subclasses com diferentes taxas, públicos-alvo (Varejo vs. Qualificado) e prazos, sendo que os ativos de uma classe respondem apenas pelas obrigações daquela classe específica.
C) A criação de subclasses serve apenas para fins de organização contábil do administrador, sendo proibida a cobrança de taxas diferentes ou a adoção de limites de risco distintos, visando garantir a equidade entre todos os investidores do fundo.
D) Investidores de varejo podem migrar para subclasses de investidores profissionais a qualquer momento, desde que aceitem pagar a mesma taxa de performance, uma vez que a CVM 175 eliminou a distinção por volume de patrimônio investido.

mais com o aplicativo de seu banco. Durante uma conversa com você, seu consultor certificado, ela comenta que tem utilizado muito o "Assistente Virtual" disponível no app para dúvidas rápidas e consultas de saldo, mesmo à noite ou nos finais de semana. No entanto, ela confessa que ainda se sente insegura sobre a real capacidade dessa ferramenta. Ela pergunta: "Sinto que o banco quer forçar o uso da tecnologia para eliminar o contato com pessoas reais. Essa inteligência artificial substitui completamente o atendimento humano? E posso confiar que ela é um mecanismo seguro para minhas movimentações?"
Como você deve esclarecer a Dona Sônia sobre a característica e o propósito dessa funcionalidade digital?
A) Os canais digitais operam de forma segura no regime 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) e sua função é complementar o atendimento humano, oferecendo autonomia e agilidade para transações de rotina, sem substituir a necessidade de consultoria especializada.
B) A inteligência artificial do banco foi desenvolvida para substituir totalmente o atendimento humano, sendo o único canal permitido para movimentações financeiras de clientes que desejam evitar as tarifas cobradas por atendentes em agências.
C) O uso dos canais digitais é uma exigência regulatória da CVM para que o banco possa cobrar taxas de administração mais baixas, embora esses mecanismos não possuam protocolos de segurança compatíveis com transações humanas.
D) O atendimento via canais digitais é uma opção exclusiva para clientes de alta renda, visto que a tecnologia funciona como um mecanismo de segurança privado que restringe o acesso de terceiros durante o horário de funcionamento das agências.

Ele está analisando o prospecto da emissão desta empresa, que está captando recursos tanto via oferta pública de ações (Equity) quanto via emissão de debêntures simples. Carlos tem dúvidas sobre a natureza de cada ativo: ele entende que, ao comprar ações, ele se torna sócio, mas fica confuso quanto à segurança e ao retorno das debêntures. Ele questiona você: "Como profissional, como devo encarar esses dois papéis no meu portfólio? O que muda na minha posição como credor ou sócio, e quais são os principais diferenciais quanto ao prazo e à previsibilidade dos pagamentos?"
Para orientar corretamente o Sr. Carlos sobre a diferença entre investir em debêntures e ações de uma mesma companhia, qual explicação técnica você deve fornecer?
A) As debêntures representam o capital social da empresa, oferecendo remuneração baseada em dividendos sem prazo de vencimento, enquanto as ações são títulos de dívida com juros pré-fixados e data de resgate contratada.
B) As debêntures são títulos de dívida que oferecem maior previsibilidade, com pagamentos de juros (cupom) e vencimento definidos em contrato, enquanto as ações conferem participação no capital, sem garantia de retornos fixos ou prazo de resgate.
C) A compra de debêntures confere ao investidor poder de voto em assembleias para eleger a diretoria, ao passo que as ações são instrumentos de curto prazo, garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em caso de falência da empresa.
D) Ambos os ativos possuem a mesma característica de risco e retorno, pois, em caso de liquidação da empresa, tanto acionistas quanto debenturistas possuem a mesma prioridade de recebimento (paripassu) perante os demais credores.

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