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Aneurisma de artéria cerebral comunicante posterior, quando expande ou sangra, costuma comprimir o:
Qual nervo craniano é comprimido pelo aneurisma de artéria cerebral comunicante posterior?
a) V nervo craniano.
b) IV nervo craniano.
c) III nervo craniano.
d) VI nervo craniano.
e) VII nervo craniano.
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CuriosidadesGerais

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

O aneurisma da artéria cerebral comunicante posterior, quando expande ou sangra, costuma comprimir o III nervo craniano (nervo oculomotor), causando sintomas como ptose palpebral, midríase e diplopia. Portanto, a alternativa correta é: c) III nervo craniano.

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ID: M.S.T, sexo feminino, 35 anos, natural do RJ, costureira. Queixa: “dor de cabeça” HDA: a partir da primeira semana do puerpério, paciente começou a se queixar de cefaleia bilateral, diária, sempre mais grave pela manhã e que a está impedindo de realizar as tarefas domésticas e cuidar de seu filho recém-nascido. Procurou atendimento médico ambulatorial e recebeu prescrição de paracetamol SOS e propranolol. A cefaleia não melhorou... Duas semanas depois começou a se sentir sonolenta e a dor piorou, tornando-se insuportável e associada à náusea. Notou fraqueza e formigamento nas pernas, dificultando a sua deambulação. Há três dias, foi trazida ao pronto-socorro por familiares, em estado confusional e com episódios de vômitos. HPP: acompanhantes apenas sabem informar que a paciente não apresenta alergia medicamentosa. HFisiol: NDN. HFamiliar: NDN. HSocial: não há relato de tabagismo, etilismo ou uso de drogas intravenosas por conta dos familiares. Exame físico: letárgica, confusa, desorientada, PA = 120 x 80 mmHg, FC = 86 bpm, eupneica. Cabeça e pescoço: tireoide tópica, discretamente palpável, ausência de linfonodomegalias. ACV e AR: sem alterações. Abdome: obeso, indolor, sem massas palpáveis. Mmii: sem edema e pulsos periféricos preservados. Exame neurológico: fraqueza nos membros inferiores de predomínio proximal (força grau III), hipoestesia tátil e álgica na mesma região, sinal de Babinski bilateral. Fundoscopia revelou papiledema bilateral. Exames na admissão: hemograma e bioquímica normais, RX de tórax e ECG normais, provas de função hepática normais, hormônios tireoideanos dentro dos valores de referência. Coagulograma: PTTa alargado (restante normal). Fez uma TC de crânio contrastada, que está disposta abaixo. Exame do liquor: aumento da pressão de abertura (25 cmH2O), hemácias = 120.000/mm3, leucócitos = 10/mm3 (predomínio de mononucleares), restante normal.
Qual é o provável diagnóstico? Qual é o exame confirmatório? Qual é o tratamento?

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