Ed
há 6 dias
O voto do Min. Roberto Barroso, no julgamento do Recurso Extraordinário com repercussão geral, destaca que a Constituição de 1988 e a legislação brasileira vêm ampliando progressivamente a proteção aos direitos da criança e do filho adotivo. Nesse contexto, a licença maternidade das servidoras públicas deve ser interpretada de forma a garantir igualdade entre filhos biológicos e adotivos. Assim, o entendimento correto é que a criança adotada tem direito a uma licença maternidade com prazo igual ao concedido ao filho biológico, assegurando a proteção integral e o melhor interesse da criança, conforme os princípios constitucionais e o Estatuto da Criança e do Adolescente.
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