A obra de Paulo Freire é um Marco para a educação brasileira, especialmente no que tange a relação entre quem ensina e quem aprende. Em pedagogia da autonomia 1996, elenca diversos saberes necessários à prática educativa, combatendo a ideia de que o professor é um mero transmissor de conteúdo. Para o autor o ensino exige uma postura ética e estética, além do reconhecimento de que a educação é uma forma de intervenção no mundo. Um dos pontos centrais é a rejeição da educação bancária na qual o aluno é visto como um depósito de informações.
Nesse contexto, Freire defende que não existe docência sem
Burocracia
imposição
discencia
neutralidade
repetição
Ed
há 2 meses
No contexto da obra de Paulo Freire, especialmente em "Pedagogia da Autonomia", ele defende que não existe docência sem discência. Isso significa que o processo de ensinar está intrinsecamente ligado ao processo de aprender; o professor também aprende junto com o aluno, rejeitando a ideia de ensino unilateral ou "educação bancária".
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