Ed
há 2 meses
A preservação do mínimo existencial, nos termos da regulamentação relacionada à repactuação de dívidas no contexto do superendividamento, significa garantir que o consumidor mantenha recursos financeiros suficientes para suprir suas necessidades básicas essenciais, como alimentação, moradia, saúde, educação e transporte. Isso impede que a renegociação ou cobrança das dívidas comprometa o sustento mínimo do consumidor e sua dignidade, assegurando que o valor reservado para o pagamento das dívidas não ultrapasse a capacidade real de pagamento, respeitando o direito à sobrevivência digna.