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Recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo reformou sentença que julgara improcedente pedido de cobrança formulado por profissional do sexo, ao fundamento de que tal pedido violaria a moral e os bons costumes. O TJSP, em decisão inovadora, entendeu que o “contrato de prestação de serviços sexuais” não teria objeto nulo, porque a prostituição seria uma prática já aceita pela sociedade atual, não mais podendo ser considerado atentatória à moral e aos bons costumes. Considerando-se essa informação, pode-se afirmar que: Grupo de escolhas da pergunta A moral e os bons costumes não podem mais ser considerados limites à liberdade contratual. Para o TJSP, a prostituição não mais viciaria o contrato Com esse entendimento, o TJSP descriminaliza práticas como o favorecimento à prostituição, por exemplo. A ilicitude do objeto do contrato, agora, decorre apenas da violação à lei.
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Fabio Lima

há 8 meses

Respostas

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Ed Verified user icon

há 8 meses

Com base na decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, pode-se afirmar que: - Para o TJSP, a prostituição não mais viciaria o contrato. Isso significa que, segundo essa nova interpretação, o contrato de prestação de serviços sexuais não é considerado nulo por violar a moral e os bons costumes, refletindo uma mudança na percepção social sobre a prática. As outras opções podem não estar corretas ou não refletem exatamente o entendimento do tribunal.

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