Uma secretaria municipal quer adotar índices de qualidade do solo para orientar políticas públicas. O grupo técnico baseia-se no roteiro proposto: (a) dividir a área (bacia/ecorregião/fazenda/talhão); (b) definir objetivos (produção, proteção ambiental etc.); (c) eleger indicadores e determinar linha de base (comportamento “normal” por solo/região/clima); (d) definir limites críticos (valores mínimos) para cada indicador. Na seleção, são combinados indicadores físicos (textura, densidade, porosidade, agregados), químicos (reciclagem da MO, liberação de nutrientes, tamponamento de poluentes) e biológicos/bioindicadores (número de microrganismos; biomassa microbiana C/N/P/S; atividades: respiração/enzimas; N mineralizável/nitrificação; densidade de fixadores de N, micorrizas, solubilizadores de P; fauna: minhocas, ácaros, Collembola; métricas de estrutura/função: DNA, Biolog, perfis de lipídios). O arranjo em índices facilita comunicação e priorização, mas a interpretação depende da linha de base e dos limites críticos locais — não existe receita universal. Em paralelo, recomenda-se instituir metodologias e periodicidade de amostragem, além de trilha de decisão para manejo (coberturas, MO, tráfego, insumos) conforme variações dos índices. Para que índices de qualidade do solo orientem políticas com segurança, é indispensável Nota: 10.0 A aplicar o mesmo conjunto de indicadores e limites para qualquer região. o texto afirma não haver receita universal; requer regionalização. B compor apenas variáveis químicas, pois são mais objetivas. a proposta é integrar físico + químico + biológico C estabelecer linha de base e limites críticos regionais, integrando indicadores físicos, químicos e bioindicadores na construção do índice. Você assinalou essa alternativa (C) Você acertou! D avaliar somente a fauna do solo, por ser mais sensível que os demais. a fauna é importante, mas não exclusiva; deve haver integração