Segundo Castro e Vasconcelos (2019), a degradação das pastagens é um problema recorrente na produção pecuária, comprometendo a qualidade do solo e a produtividade da forragem. Para reverter esse processo, é necessário adotar práticas de manejo que variam de acordo com o nível de degradação da área. Enquanto pastagens com algum potencial produtivo podem ser recuperadas por meio de técnicas menos intensivas, áreas severamente degradadas exigem intervenções mais drásticas. Compreender as diferenças entre recuperação e reforma é essencial para determinar a estratégia mais adequada, assegurando a sustentabilidade e a eficiência produtiva a longo prazo. CASTRO, Fabiana S.; VASCONCELOS, Priscila R. Zootecnia e produção de ruminantes e não ruminantes. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. ISBN 9788595029293. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029293/. Acesso em: 27 set. 2024. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a prática mais indicada para pastagens severamente degradadas, onde a capacidade produtiva foi completamente perdida. A recuperação da pastagem severamente degradada, aplicando adubação e correção do solo, é suficiente para restaurar sua capacidade produtiva sem a necessidade de replantio. A reforma de pastagens severamente degradadas inclui o replantio de novas espécies forrageiras adaptadas às condições da região e o preparo adequado do solo. A recuperação de pastagens severamente degradadas consiste apenas na rotação de piquetes e na aplicação de fertilizantes para corrigir os problemas do solo. A reforma da pastagem envolve apenas o controle de plantas invasoras e a correção do solo, mantendo as espécies forrageiras existentes. A recuperação é indicada quando a pastagem perdeu completamente sua capacidade produtiva e requer o replantio total das forrageiras.