Ed
há 2 semanas
Vamos analisar a situação com base no Código Civil brasileiro e o instituto da usucapião: - Maria exerceu posse contínua e ininterrupta desde 2011 até 2020 (9 anos). - Paula continuou na posse desde 2020 até o presente (supondo que seja 2024, 4 anos). - A posse de Maria foi adquirida por instrumento particular, mas isso não impede a usucapião. - A posse pode ser transmitida por sucessão, ou seja, Paula pode somar o tempo de posse da mãe para fins de usucapião, desde que haja continuidade e ausência de interrupção. O tempo mínimo para usucapião extraordinária é de 15 anos, podendo ser reduzido para 10 anos se o possuidor tiver estabelecido moradia habitual ou realizado obras ou serviços de caráter produtivo. Somando os períodos: 9 anos (Maria) + 4 anos (Paula) = 13 anos, que pode ser suficiente para usucapião especial rural (10 anos), considerando que Maria explorava atividade agrícola de subsistência. Portanto, Paula poderá adquirir a propriedade por usucapião, somando o tempo de posse dela e da mãe. A alternativa correta é: d) poderá adquirir em nome próprio a propriedade do imóvel por usucapião, uma vez que os tempos de posse exercidos por ela própria e por sua mãe foram suficientes para justificar a aquisição da propriedade.
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