Ed
há 2 meses
Vamos analisar a situação: - Paciente com ruptura prematura de membranas (RPM) entre 24 e 33 semanas (30ª semana). - Sem sinais de infecção (temperatura normal, frequência cardíaca normal). - Sem contrações uterinas no momento. - Presença de líquido amniótico confirmada. Na RPM pré-termo, entre 24 e 34 semanas, a conduta padrão inclui: - Corticoterapia para maturação pulmonar fetal (importante para reduzir complicações respiratórias do recém-nascido). - Profilaxia para infecção (antibióticos, geralmente penicilina se houver risco de infecção por Streptococcus do grupo B). - Monitoramento rigoroso. - Tocolíticos (como nifedipina) podem ser usados para adiar o parto, mas com cautela. Analisando as alternativas: A) Corticoterapia — correta, indicada para maturação pulmonar fetal em RPM pré-termo. B) Penicilina cristalina — usada para profilaxia de infecção, mas não é a primeira conduta isolada. C) Nifedipina — tocolítico, pode ser usado, mas não é a conduta inicial isolada. D) Sulfato de magnésio — usado para neuroproteção fetal em casos de parto iminente antes de 32 semanas, mas não é a primeira conduta. E) Teste rápido da proteína placentária α-microglobulina-1 — exame diagnóstico, mas a paciente já tem diagnóstico clínico claro de RPM. Portanto, a conduta adequada inicial e principal é: A) Corticoterapia
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