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De acordo com Carvalho in ACOSTA e VITALE, no artigo “Famílias e políticas públicas", do livro Família: redes, laços e políticas públicas.
É CORRETO afirmar que:
A) A importância da família na esfera pública ainda suscita desconfianças, mas é fato que a família, em sua condição de esfera de vida íntima, lugar de encontro humano, de construção de história de vida, de reposição de valores e exercício de poder moral sobre o imediato, é interface necessária na esfera pública.
B) A família é percebida como espaço privado de vulnerabilidade e desproteção, interferindo na socialização do indivíduo e, assim, agravando a exclusão social.
C) As políticas públicas validam as alternativas institucionalizadoras, tais como internatos, manicômios e asilos, devido à população de perfil mais vulnerável, como crianças, adolescentes e idosos, estar sujeita às mazelas da sociedade, e o Poder Público não identificar a família como um local de proteção social.
D) Os vínculos sociofamiliares não asseguram o sentido de pertencimento social, pois o grupo familiar constitui condição objetiva e, portanto, pode ser desvinculado dos processos de inclusão social.
E) Pode-se dizer que família e políticas públicas têm funções distintas e não agregam ao desenvolvimento e à proteção social dos indivíduos.
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há 2 meses

AULA FAMILIA E REDES
29 pág.

UNIDERP - ANHANGUERA

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há 2 meses

Analisando as alternativas com base no entendimento sobre família e políticas públicas segundo Carvalho in Acosta e Vitale: A) Afirma que a família, apesar de suscitar desconfianças na esfera pública, é um espaço íntimo fundamental para construção de história de vida, valores e poder moral, sendo interface necessária na esfera pública. Essa visão reconhece a importância da família como espaço de proteção e socialização, conectando-a à esfera pública. B) Apresenta a família apenas como espaço privado de vulnerabilidade, o que é uma visão limitada e negativa, não reconhecendo seu papel protetor. C) Foca nas políticas públicas que institucionalizam pessoas vulneráveis, mas não reconhece a família como local de proteção social, o que contraria a visão atual que valoriza a família. D) Diz que vínculos sociofamiliares não asseguram pertencimento social, o que vai contra a ideia de que a família é fundamental para inclusão social. E) Afirma que família e políticas públicas têm funções distintas e não agregam ao desenvolvimento e proteção social, o que é incorreto, pois políticas públicas muitas vezes atuam em parceria com a família. Portanto, a alternativa correta é: A) A importância da família na esfera pública ainda suscita desconfianças, mas é fato que a família, em sua condição de esfera de vida íntima, lugar de encontro humano, de construção de história de vida, de reposição de valores e exercício de poder moral sobre o imediato, é interface necessária na esfera pública.

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A família está no centro das políticas de proteção social. Há 20 anos apostávamos no chamado modelo do bem-estar social, capaz de atender a todas as demandas de proteção. Hoje, nas sociedades em que vivemos, um conjunto de fatores derrubou nossas expectativas e vem exigir soluções compulsoriamente partilhadas entre Estado e Sociedade. Maria do Carmo Brant de Carvalho. Família e políticas públicas. In: Família: redes, laços e políticas públicas. São Paulo, 2005 ( com adaptações) .
Tendo o texto acima como referência inicial, assinale a opção correta acerca das metodologias de trabalho social com famílias.
A) Em uma abordagem com famílias, é necessário romper com a postura pragmática e voluntarista. É importante que o profissional também suscite a reflexão sobre os modelos, os papéis sociais e familiares, as relações parentais, a dinâmica dos vínculos familiares e as potencialidades das famílias.
B) Para as famílias pobres e em situação de exclusão social, muitas vezes, resta o desafio de enfrentar carências materiais, financeiras e situações de violência sem nenhuma proteção social. Esse enfrentamento só tem sido possível porque as chamadas mães provedoras têm conseguido garantir o conforto financeiro, a unidade e a proteção familiar.
C) A realização de entrevistas não cabe em uma metodologia de abordagem com famílias, pois, como a família é um grupo, o atendimento a ela só pode ocorrer em grupo.
D) É consenso para o serviço social que a estratégia de colocar a família como foco nos programas de proteção social faz parte de um processo de desresponsabilização do Estado, que transfere significativa parcela de cuidados e proteção às famílias, sem considerar, no entanto, suas condições ou estruturas para partilhar tal responsabilidade, o que tem suscitado posicionamentos contrários, em programas de proteção social, à realização de trabalho com famílias.
E) Para o serviço social, é importante levantar o perfil das famílias e os casos de desestruturação familiar, pois essa profissão tem atuado tradicionalmente em uma perspectiva de estruturação de famílias tendo como meta o modelo nuclear.

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