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“Dewey atribui aos educadores a responsabilidade de utilizar a ciência para modificar atitudes e hábitos de pensamento pouco adequados ao projeto de construção da sociedade democrática. A educação é campo fértil para a filosofia por fornecer o espaço de investigação que esta necessita para testar suas hipóteses sobre o homem, mais precisamente sobre o homem em coletividade.” No campo da Filosofia da Educação, o papel do professor é compreendido como essencial na formação de sujeitos críticos e participativos. Para o filósofo norte-americano John Dewey, a educação deve estar conectada à vida em sociedade e ao desenvolvimento da democracia. O professor, nesse contexto, não é apenas transmissor de conteúdos, mas alguém que colabora com o processo de aprendizagem, respeitando os interesses dos estudantes e promovendo experiências significativas.
Com base na situação-problema apresentada e nos fundamentos da Filosofia da Educação segundo John Dewey, o papel do professor pode ser compreendido como:
A O professor deve ser autoritário e rígido.
B O professor deve ser um guia, um colaborador ou facilitador.
C O professor deve ser o detentor exclusivo do saber.
D O professor deve transmitir conhecimento de forma unilateral.
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Debate de Filosofia da Educação

há 2 meses

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há 2 meses

Considerando os fundamentos da Filosofia da Educação de John Dewey, o papel do professor é atuar como um facilitador do aprendizado, respeitando os interesses dos estudantes e promovendo experiências significativas, em vez de ser autoritário ou transmissor unilateral do conhecimento. Analisando as alternativas: A) Professor autoritário e rígido — contraria a visão de Dewey. B) Professor como guia, colaborador ou facilitador — está alinhado com a filosofia de Dewey. C) Professor detentor exclusivo do saber — não condiz com a proposta de Dewey. D) Professor que transmite conhecimento de forma unilateral — também contraria a visão de Dewey. Portanto, a alternativa correta é: B) O professor deve ser um guia, um colaborador ou facilitador.

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“A educação é o processo pelo qual a sociedade transmite seus conhecimentos, valores e habilidades de uma geração para outra. A filosofia da educação, por sua vez, busca compreender os fundamentos e os objetivos desse processo, questionando suas finalidades e implicações.” Em meio aos desafios contemporâneos da educação pública brasileira, observa-se a persistência de desigualdades sociais, culturais e econômicas que afetam diretamente o acesso e a permanência dos estudantes na escola. A necessidade de uma educação democrática, inclusiva e crítica tem sido pauta recorrente em debates acadêmicos e políticos. Nesse contexto, a filosofia da educação se apresenta como ferramenta essencial para refletir sobre os princípios que devem nortear a formação humana e a organização escolar. Um exemplo emblemático dessa reflexão é o documento histórico redigido em 1932 por Fernando de Azevedo, influenciado pelas ideias de John Dewey e Émile Durkheim, que propunha uma escola pública, gratuita, laica e obrigatória, com base na coeducação e na formação cidadã. Esse documento, conhecido como “Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova”, representa um marco na luta por uma educação comprometida com a transformação social e com a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.
Com base no contexto apresentado e nos fundamentos da Filosofia da Educação, o documento que expressa os ideais de uma escola democrática e transformadora é o:
A Manifesto para a educação de base.
B Manifesto para a criação de centros de estudos populares.
C Manifesto dos pioneiros da escola nova.
D Manifesto para a educação pública infantil.

O aprendizado não se limita às salas de aula ou aos conteúdos programáticos. Há experiências que se estendem para além dos muros institucionais, envolvendo práticas que dialogam com a realidade social e promovem o encontro entre saber acadêmico e vivência comunitária. Quando o conhecimento se coloca a serviço da transformação, ele ultrapassa a teoria e se torna ação, revelando que educar também é participar, intervir e construir coletivamente novos horizontes. Sendo assim, “em se tratando de educação, é importante pensá-la em toda a sua extensão e, especialmente, ter a certeza de que somos todos educadores, em cada momento da existência humana, na medida em que disseminamos o conhecimento adquirido, tornando-o plural e ao alcance de todos.” A educação, desde a Grécia clássica, é compreendida como uma prática coletiva, ética e transformadora. Mesmo diante das mudanças sociais e tecnológicas contemporâneas, algumas características fundamentais da educação permanecem válidas e relevantes. Refletir sobre essas características é essencial para compreender o papel da educação na formação de sujeitos críticos e na construção de uma sociedade pluralista e democrática.
Com base no texto e nos conteúdos do livro-base Pensamento filosófico: um enfoque educacional, a concepção de educação grega que permanece válida estabelece que
A a educação é uma prática neutra, voltada exclusivamente à transmissão de conteúdos técnicos.
B a educação é uma força libertadora, crítica e reflexiva, sendo um legado de toda a comunidade.
C a educação é um processo estagnado, sem relação com o crescimento da sociedade.
D a educação deve manter-se distante das questões éticas, sociais e ambientais.

“Concepções filosóficas ou ‘filosofias’ podem ser consideradas como sistemas teóricos que apresentam entendimentos sobre: o que é a realidade ou o mundo; sobre o ser humano, sobre o conhecimento; sobre a verdade; sobre o processo de valoração; sobre o bem [...] Continuamos a utilizar a palavra ‘sobre’, mesmo cientes dos questionamentos que se colocam a respeito.” No campo da Filosofia da Educação, compreender as principais vertentes filosóficas e seus representantes é essencial para interpretar os fundamentos que orientam diferentes concepções de ensino, sociedade e ser humano. Cada corrente filosófica apresenta uma visão específica sobre o conhecimento, a ética e a realidade, influenciando diretamente os modelos educacionais.
A associação correta entre os pensadores e suas respectivas vertentes filosóficas, com base na situação-problema apresentada e nos conteúdos do livro “Pensamento filosófico: um enfoque educacional”, se apresenta como
A Auguste Comte – Utilitarismo; Charles Sanders Peirce – Positivismo; Jeremy Bentham – Modernidade; Charles Baudelaire – Pragmatismo norte-americano.
B Charles Baudelaire – Modernidade; Charles Sanders Peirce – Pragmatismo norte-americano; Jeremy Bentham – Utilitarismo; Auguste Comte – Positivismo.
C Jeremy Bentham – Existencialismo; Charles Sanders Peirce – Marxismo; Charles Baudelaire – Empirismo; Auguste Comte – Racionalismo.
D Auguste Comte – Empirismo; Charles Sanders Peirce – Existencialismo; Jeremy Bentham – Positivismo; Charles Baudelaire – Utilitarismo.

“A centralidade do saber filosófico no ministério educativo decorre de sua disposição para instigar e conduzir a consciência a procurar a percepção acurada da existência, edificando criticamente seu significado, ou seja, ressignificando a experiência do ser a partir da própria existência, como consciência da existência.” Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: HORN, Geraldo Balduíno. Ensinar filosofia: Pressupostos teóricos e metodológicos. Ijuí: Ed. Unijuí, 2009, p. 43. A filosofia, ao longo da história, tem sido utilizada como ferramenta de reflexão sobre a existência, o conhecimento e os valores humanos. No campo educacional, ela contribui para formar sujeitos críticos, conscientes e capazes de compreender o mundo de forma ampla e significativa. O livro “Pensamento filosófico: um enfoque educacional” apresenta razões fundamentais para o uso da filosofia na educação, cada uma acompanhada de uma explicação que revela seu papel formativo.
Conforme os conteúdos do livro-base Pensamento filosófico: um enfoque educacional e a situação-problema apresentada, a razão para se utilizar a filosofia na educação ocorre porque
A Utilizamos a filosofia porque somos racionais, ou seja, ela permite compreender o mundo por meio da fé e da tradição.
B Utilizamos a filosofia porque podemos filosofar, ou seja, ela desenvolve a capacidade analítica e lógica de compreender a realidade.
C Utilizamos a filosofia porque somos estranhos, ou seja, ela reforça a obediência a normas sem questionamento.
D Utilizamos a filosofia porque nos admiramos, ou seja, ela limita a curiosidade e restringe o pensamento crítico.

A adolescência é uma etapa da vida marcada por intensas transformações biofisiológicas e psicossociais. Embora haja certo consenso de que a adolescência se inicia com a puberdade, por volta dos 12 anos, não há uma definição precisa sobre quando ela termina e o jovem passa a ser considerado adulto. Essa transição é influenciada por múltiplos fatores, inclusive culturais, sociais e históricos. Marx (2007) é citado para reforçar que os indivíduos vivem essa etapa sob condições materiais distintas, o que impede qualquer generalização sobre o amadurecimento. Mesmo jovens da mesma idade e gênero, mas de contextos urbanos, rurais ou tribais, vivenciam processos de desenvolvimento psicossocial diferentes. Além disso, o texto alerta que pensar a juventude apenas como manifestação natural de comportamentos é aprisioná-la em moldes vazios, ignorando valores, emoções e expressões culturais. A filosofia, nesse contexto, deve reconhecer essas especificidades e promover uma formação que respeite a diversidade das experiências juvenis. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MARX, K. A ideologia alemã. São Paulo: Boitempo, 2007.
Com base nas reflexões sobre adolescência e juventude apresentadas na Rota de Aprendizagem da Aula 3, o que expressa uma concepção que favorece práticas pedagógicas mais sensíveis às singularidades dos estudantes do ensino médio, estabelece que:
A A adolescência é vivida de forma singular por cada jovem, e a educação deve considerar suas condições materiais, culturais e emocionais.
B O jovem deve ser considerado adulto a partir da puberdade, pois já possui maturidade física suficiente para assumir responsabilidades.
C A adolescência deve ser tratada como uma fase homogênea, com comportamentos previsíveis e objetivos pedagógicos padronizados.
D A filosofia deve evitar tratar da adolescência, pois esse tema pertence exclusivamente às ciências biológicas e psicológicas.

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