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Conforme observado historicamente, o El Niño pode provocar impactos marcantes nos padrões de precipitação e na temperatura do ar em grande parte do território brasileiro. De acordo com as previsões atuais, o fenômeno tem alta probabilidade (superior a 80%) de se configurar ao longo do segundo semestre de 2026, podendo se estender até, pelo menos, o início de 2027. Nesse contexto, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) alertam para o risco de ocorrência de eventos climáticos extremos associados a esse fenômeno e seus potenciais impactos. Extremos climáticos podem causar impactos marcantes em diversos setores da sociedade e da economia, afetando o abastecimento de água, a segurança alimentar, a geração de energia, a mobilidade, a saúde pública e as atividades produtivas em diferentes regiões do País. Fonte: INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE); INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET); FUNDAÇÃO CEARENSE DE METEOROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS (FUNCEME); CENTRO GESTOR E OPERACIONAL DO SISTEMA DE PROTEÇÃO DA AMAZÔNIA
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Roberto Blasius

há 2 semanas

Respostas

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há 2 semanas

O El Niño é um fenômeno climático que altera os padrões de precipitação e temperatura no Brasil, podendo causar secas em algumas regiões (como o Nordeste) e chuvas intensas em outras (como o Sul). Para o segundo semestre de 2026 e início de 2027, há alta probabilidade (>80%) de ocorrência do El Niño, o que aumenta o risco de eventos climáticos extremos. Esses eventos podem impactar: - Abastecimento de água: redução em áreas secas e enchentes em áreas com chuvas intensas. - Segurança alimentar: afetando a produção agrícola devido a secas ou excesso de chuva. - Geração de energia: hidrelétricas podem ser afetadas pela variação no volume dos rios. - Mobilidade: enchentes e deslizamentos podem prejudicar o transporte. - Saúde pública: aumento de doenças relacionadas ao clima, como dengue. - Atividades produtivas: setores como agricultura, indústria e comércio podem sofrer perdas. Portanto, é fundamental que órgãos como INPE, INMET, FUNCEME e CENSIPAM monitorem o fenômeno e alertem a população e setores econômicos para medidas preventivas e de adaptação.

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