Ale rodrigues
há 2 semanas
A conduta correta é rejeitar a interferência externa, prosseguir com a notificação compulsória imediata do caso no SINAN e comunicar as autoridades competentes sobre a tentativa de coerção, visto que a saúde pública, a vigilância epidemiológica e os deveres legais de notificação de doenças de importância em saúde pública são inegociáveis e se sobrepõem ao sigilo profissional ou a interesses políticos.
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