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Em uma atividade de extensão com acompanhamento longitudinal, um egresso registra a evolução de um paciente em três encontros curtos. No primeiro, o paciente apresentava sudorese descrita como amarelada. No terceiro encontro, o registro passou a indicar sudorese oleosa, com piora do mal-estar geral. A supervisão destaca que, para monitorar evolução, a equipe deve registrar a qualidade do suor (não apenas presença/ausência), pois o material associa tipos de sudorese a interpretações diferentes. O egresso precisa, então, revisar o critério “tipo de sudorese” e escolher a interpretação correta para o achado atual (oleosa), mantendo rastreabilidade do acompanhamento e evitando misturar categorias. O objetivo não é concluir todo o caso com base em um dado, mas registrar adequadamente a mudança do sinal para orientar a discussão clínica. Segundo a classificação apresentada, sudorese oleosa se associa mais a:
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Marcelo Martins

há 2 semanas

Respostas

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há 2 semanas

Segundo a classificação apresentada, a sudorese oleosa está mais associada a disfunções hepáticas ou problemas metabólicos, indicando uma piora do quadro clínico. Portanto, o egresso deve registrar essa mudança no tipo de sudorese como um sinal importante para o acompanhamento longitudinal, mantendo a rastreabilidade e evitando confundir categorias, para orientar corretamente a discussão clínica.

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