Ed
há 3 semanas
Vamos analisar as alternativas com base nos princípios da vigilância em saúde, promoção da saúde e gestão baseada em evidências: A) Priorizar ações integradas nos territórios de maior risco epidemiológico, articulando vigilância ambiental, melhoria das condições sanitárias, mobilização comunitária e monitoramento contínuo dos indicadores para direcionar e avaliar as intervenções. - Essa alternativa considera a priorização baseada em evidências (áreas de maior risco), ações integradas (vigilância, saneamento, mobilização) e monitoramento contínuo, alinhada com os princípios mencionados. B) Distribuir os recursos igualmente entre todos os bairros, assegurando a mesma intensidade das ações em todo o território. - Não é eficiente distribuir recursos igualmente quando há áreas com maior risco, pois isso pode diluir esforços e não resolver o problema onde ele é mais grave. C) Adiar novas intervenções até a consolidação dos indicadores epidemiológicos do próximo ciclo sazonal. - Adiar ações em uma situação de aumento expressivo da doença não é adequado, pois pode agravar a situação. D) Manter apenas as campanhas educativas já existentes, aguardando redução espontânea da transmissão após maior conscientização da população. - A transmissão não costuma reduzir espontaneamente sem ações efetivas; manter apenas campanhas educativas é insuficiente. E) Intensificar exclusivamente a aplicação de inseticidas em todo o município, independentemente da distribuição dos casos. - Focar só em inseticidas e sem priorizar áreas de maior risco não é eficiente e pode ser um uso inadequado dos recursos. Portanto, a alternativa correta é: A) Priorizar ações integradas nos territórios de maior risco epidemiológico, articulando vigilância ambiental, melhoria das condições sanitárias, mobilização comunitária e monitoramento contínuo dos indicadores para direcionar e avaliar as intervenções.
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