Ed
anteontem
A formação social brasileira foi marcada por colonização, escravidão e concentração de poder, que geraram desigualdades estruturais profundas. O racismo, nesse contexto, é um sistema que perpetua essas desigualdades nas instituições, práticas sociais e relações de poder, não se limitando a atitudes individuais. Comunidades quilombolas e povos indígenas são historicamente marginalizados, sofrendo exclusão que dificulta o acesso a direitos básicos como terra, saúde, educação e participação política. Para enfrentar essas desigualdades, são necessárias ações institucionais e políticas públicas que promovam equidade social, reconhecimento cultural e justiça social, garantindo inclusão e reparação histórica.