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A inserção da Conta-Depósito Vinculada através da IN 02/2008 resolveu os problemas suscitados pelo grupo de trabalho “Fiscalização de Orientação Centralizada” – FOC do TCU?
a. Sim, a obrigatoriedade da adoção da Conta-Depósito Vinculada sanou os riscos da gestão de aquisição identificados pelo grupo de trabalho do TCU;
b. Se adotada a Conta-Depósito Vinculada sanava os riscos da contratação pública, mas infelizmente a sua adoção não era obrigatória. Assim, apenas os contratos que não tinham a adoção da Conta-Depósito Vinculada apresentavam problemas de gestão;
c. Não, a Conta-Depósito Vinculada não teve nenhuma relação com os problemas identificados pelo grupo de trabalho FOC!
d. Não, a previsão da Conta-Deposito Vinculada na IN 02/2008 não reduziu os problemas da gestão de contratações. Na verdade, o FOC identificou que, mesmo nos casos em que havia a adoção da mesma, uma vez que não era obrigatória a adoção, alguns problemas persistiam como a questão do bloqueio dos saldos das contas em função de processos trabalhistas sofridos pelos contratados em outras relações contratuais.
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PublicoGestor

há 2 horas

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há 2 horas

Analisando a questão, a Instrução Normativa 02/2008 introduziu a Conta-Depósito Vinculada para melhorar a gestão das aquisições públicas, mas sua adoção não era obrigatória, o que limitava sua eficácia. O grupo de trabalho FOC do TCU identificou que, mesmo com a Conta-Depósito Vinculada prevista, problemas persistiam, especialmente porque a adoção não era mandatória e havia questões como o bloqueio dos saldos por processos trabalhistas. Portanto, a alternativa correta é: d. Não, a previsão da Conta-Deposito Vinculada na IN 02/2008 não reduziu os problemas da gestão de contratações. Na verdade, o FOC identificou que, mesmo nos casos em que havia a adoção da mesma, uma vez que não era obrigatória a adoção, alguns problemas persistiam como a questão do bloqueio dos saldos das contas em função de processos trabalhistas sofridos pelos contratados em outras relações contratuais.

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Está certo afirmar que segundo a Lei 14.133 de 2021, Nova Lei de Licitações aprovada em 01/04/2021, o não cumprimento das obrigações trabalhistas por parte do contratado “não transfere, em nenhuma hipóteses, à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento, nem poderá onerar o objeto do contrato”?
a. Sim, a nova lei de licitações não preservou o entendimento da Súmula 331 do TST e retirou a responsabilidade subsidiária e solidária da Administração Pública;
b. Não, a nova lei de licitações preservou o entendimento da Súmula 331 do TST e da Lei 8.666/93;
c. Sim, a nova lei de licitações afirma que “somente o contratado será responsável pelos encargos do contrato e que não poderão, em nenhuma hipótese, recair sobre a Administração Pública;
d. Não, a nova lei de licitações preservou o entendimento da Súmula 331 do TST no que se refere aos contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva de mão de obra determinando que a “Administração responderá solidariamente pelos encargos previdenciários e subsidiariamente pelos encargos trabalhistas se comprovada falha na fiscalização do cumprimento das obrigações do contratado”. Apenas nos demais casos, “somente o contratado será responsável pelos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais resultantes da execução do contrato.”

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