Ed
há 2 meses
Vamos analisar o caso passo a passo: - O IFA sofre rápida hidrólise e é termolábil, ou seja, não pode ser exposto à umidade nem a altas temperaturas. - A mistura de pós não tem coesão nem fluidez para compressão direta. - A compressão direta não é viável, pois a mistura não tem propriedades físicas adequadas. - A granulação úmida envolve umedecimento e calor, o que pode degradar o IFA. - A granulação a seco não usa umidade nem calor, sendo indicada para substâncias sensíveis. Analisando as alternativas: A) Granulação úmida com equipamento a vácuo por micro-ondas: incorreto, pois o IFA é sensível à umidade e calor, e a granulação úmida envolve umedecimento. B) Granulação em leito fluidizado que pulveriza pó isolando o IFA da água: incorreto, pois a pulverização envolve contato com água e calor, prejudicando o IFA. C) Compressão direta com cloreto de potássio para fluxo: incorreto, pois a compressão direta não é viável devido à falta de fluidez e coesão. D) Granulação a seco, que evita umidade e calor, melhorando a fluidez e coesão: correto, pois respeita a sensibilidade do IFA e melhora as propriedades físicas. E) Preparo por moldagem ou trituração com sacarose e lactose: incorreto, pois não resolve o problema da fluidez e pode gerar atrito e calor. Portanto, a alternativa correta é: D) O método de granulação a seco deve ser adotado, pois contorna a falta de fluidez da mistura por meio da compactação mecânica prévia, sem submeter o IFA sensível à umidade e às temperaturas elevadas exigidas na granulação úmida.
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