Conceituação e Diferenças Fundamentais
FunçãoFoco PrincipalPergunta-ChaveObjetivoGestão de RiscoIncerteza e impactos nos objetivosO que pode dar errado e qual o impacto disso?
eu fiz esse desafio , me chama no 83 9 9982 7739.
Proteger valor e otimizar a tomada de decisão sob incerteza.ComplianceConformidade legal, normativa e éticaEstamos cumprindo as regras vigentes e agindo com integridade?Prevenir sanções legais, perdas financeiras e danos à reputação.
2. Estrutura do Processo de Gestão de Riscos (Base ISO 31000)
O processo sistemático de gestão de riscos envolve cinco etapas contínuas:
- Identificação dos Riscos: Mapeamento de eventos internos e externos que podem gerar impactos (operacionais, financeiros, estratégicos, reputacionais, cibernéticos ou regulatórios).
- Análise de Risco: Avaliação das causas e das consequências de cada risco, considerando a probabilidade de ocorrência e a gravidade do impacto.
- Avaliação e Priorização: Comparação do nível de risco calculado com a apetite ao risco definida pela alta administração para estabelecer prioridades de ação.
- Tratamento de Riscos: Definição da estratégia de resposta para cada risco:
- Mitigar: Reduzir a probabilidade ou o impacto por meio de controles.
- Evitar: Descontinuar a atividade que gera o risco.
- Transferir/Compartilhar: Terceirizar, contratar seguros ou derivativos.
- Aceitar: Assumir o risco quando o custo de mitigação supera o impacto potencial.
- Monitoramento e Comunicação: Acompanhamento contínuo dos indicadores de risco (Key Risk Indicators - KRIs) e relato transparente às partes interessadas.
3. Pilares de um Programa de Compliance Efetivo
Um programa de integridade e conformidade robusto apoia-se em nove pilares essenciais:
- Comprometimento da Alta Administração: Liderança pelo exemplo (Tone at the Top) e alocação de recursos adequados.
- Mapeamento e Avaliação de Riscos de Compliance: Identificação das normas e leis aplicáveis ao setor (ex.: LGPD, Lei Anticorrupção, diretrizes trabalhistas e ambientais).
- Código de Conduta e Políticas Internas: Redação e difusão clara das regras de conduta ético-operacional.
- Treinamentos e Comunicação: Capacitação periódica dos colaboradores e terceiros sobre normas e valores da empresa.
- Canais de Denúncia (Whistleblowing): Disponibilização de meios seguros, confidenciais ou anônimos para o relato de irregularidades, garantindo a não retaliação.
- Investigações Internas: Protocolos definidos para apuração imparcial das denúncias e aplicação de medidas disciplinares.
- Due Diligence de Terceiros: Verificação prévia e contínua de fornecedores, prestadores de serviço e parceiros de negócios.
- Auditoria e Monitoramento Contínuo: Verificação regular do cumprimento das rotinas internas e eficácia dos controles.
- Remediação e Melhoria Contínua: Correção imediata de falhas detectadas e atualização constante do programa.