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Humanas / Sociais
os estudantes levantarão hipóteses e compararão moléculas polares e apolares. METODOLOGIA Problematização, investigação e construção coletiva. A aula será iniciada retomando a diferença entre ligação covalente, que mantém os átomos unidos dentro de uma molécula, e interação intermolecular, que ocorre entre moléculas. O professor apresentará situações do cotidiano, como a existência de substâncias moleculares no estado líquido e sólido, questionando: ● Se as moléculas não estão ligadas covalentemente umas às outras, por que não se afastam completamente? ● Toda molécula apresenta algum tipo de atração? ● Moléculas apolares também podem interagir? A partir das hipóteses dos estudantes, será introduzida a ideia de forças de London, presentes entre partículas e especialmente importantes em substâncias apolares. Ao final, os estudantes construirão uma síntese relacionando: molécula → polaridade → distribuição de elétrons → atração intermolecular.
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maria aparecida de assis

anteontem

Respostas

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anteontem

As moléculas polares possuem distribuição desigual de elétrons, gerando polos com cargas parciais positivas e negativas, o que resulta em forças intermoleculares mais fortes, como dipolo-dipolo e ligações de hidrogênio. Já as moléculas apolares têm distribuição eletrônica mais uniforme, sem polos definidos, mas ainda assim apresentam forças de atração, chamadas forças de London (ou forças de dispersão), que ocorrem devido a flutuações temporárias na distribuição eletrônica. Essas forças explicam por que moléculas apolares não se afastam completamente e podem existir em estados líquido e sólido. Portanto, a polaridade da molécula influencia diretamente o tipo e a intensidade das interações intermoleculares, afetando propriedades físicas das substâncias.

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