Ed
mês passado
Analisando o caso: - Adolescente com febre, sinais de choque (hipotensão, extremidades frias, tempo de enchimento capilar prolongado), instabilidade hemodinâmica e piora após expansão volêmica inicial. - Quadro sugestivo de choque, possivelmente relacionado a complicações pós-COVID-19 (síndrome inflamatória multissistêmica). - Após expansão inicial com 20 mL/kg de soro, houve piora, indicando que nova expansão pode ser prejudicial. - Em choque com instabilidade e falha na expansão, o próximo passo é suporte vasoativo. - Noradrenalina é o vasopressor de escolha para choque distributivo, mas deve ser administrada preferencialmente por acesso venoso central. - Iniciar antibiótico amplo é indicado em choque séptico, mas o quadro não está claramente definido como choque séptico, e o manejo inicial foca na estabilização hemodinâmica. Analisando as alternativas: (A) Suporte vasoativo com inotrópico para choque cardiogênico: o quadro sugere choque distributivo/inflamatório, não cardiogênico primário. (B) Iniciar noradrenalina em acesso periférico enquanto aguarda acesso central: correto, pois a instabilidade exige início rápido do vasopressor, e acesso periférico temporário é aceitável. (C) Realizar nova expansão fluídica: contraindicado após piora com expansão inicial. (D) Introduzir antibiótico amplo na primeira hora: importante em choque séptico, mas não é o foco imediato do manejo hemodinâmico. Portanto, a alternativa correta é: (B) Iniciar prontamente noradrenalina em acesso periférico, enquanto se aguarda a passagem de acesso venoso central, devido à instabilidade hemodinâmica apresentada pelo paciente.
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