Ed
há 7 dias
Vamos analisar as características da intervenção descrita: - Criança usuária de implante coclear. - Terapia voltada ao desenvolvimento da linguagem falada. - Estímulo intenso à audição. - Uso sistemático da leitura orofacial e outras informações visuais do rosto do interlocutor. - Participação eventual da família, sem programa estruturado de coaching nem monitoramento audiológico sistemático integrado. Agora, as diferenças principais entre as abordagens: - Terapia Auditivo-Verbal (TAV): foca exclusivamente no uso da audição residual, evitando o uso de pistas visuais (como leitura labial), com forte envolvimento familiar e monitoramento sistemático. - Abordagem Auditivo-Oral: utiliza a audição e também pistas visuais (leitura orofacial), podendo incluir apoio visual, e não exige exclusão total das pistas visuais. - Oralismo clássico: enfatiza a fala e audição, mas historicamente exclui outras modalidades, o que não é o caso aqui. - Sistema Verbotonal: método específico que usa ritmo e movimento corporal, não mencionado no caso. Dado que há uso sistemático da leitura orofacial (pista visual), ausência de programa estruturado de coaching familiar e monitoramento sistemático, a intervenção não se enquadra na Terapia Auditivo-Verbal formal. Portanto, a classificação mais adequada é: b) Classificar a intervenção como mais compatível com a abordagem auditivo-oral, pois integra audição e leitura orofacial; os dados apresentados não sustentam denominá-la Terapia Auditivo-Verbal formal.
Cadastre-se ou realize login