O objetivo final da terapia ocupacional não é o grau articular nem o quilograma de força, mas o desempenho nas ocupações. Por isso, os indicadores mais importantes de evolução são aqueles ligados às atividades de vida diária (AVDs) e às atividades instrumentais de vida diária (AIVDs), observados tanto na sessão quanto no cotidiano do paciente. A goniometria e a dinamometria oferecem dados úteis, mas isolados dizem pouco sobre a vida ocupacional real. Opções da pergunta 1: A evolução ocupacional comprova-se apenas pelo aumento da força na dinamometria, sem observar as atividades diárias do paciente. Os indicadores de AVDs e AIVDs são irrelevantes ao monitoramento, pois só os dados articulares objetivos definem o sucesso do plano. A redução do nível de assistência, o menor tempo de execução e a maior segurança nas AVDs e AIVDs indicam a evolução ocupacional. A ampliação do repertório de ocupações retomadas indica piora, pois sobrecarrega o paciente e o expõe a novas lesões no tratamento. O monitoramento das AIVDs deve substituir por completo a avaliação das AVDs, consideradas simples demais para revelar progresso.