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Quais as modificações morfológicas e funcionais do envelhecimento?

Quais as modificaçoes morfologicas e funcionais do envelhecimento?


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Estudante

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REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA - GUIRRO

MODIFICAÇÕES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO ENVELHECIMENTO

O fenômeno biológico do envelhecimento representa a última das três fases do ciclo vital do organismo , sendo duas primeiras a infância e a maturidade.

No envelhecimento fisiológico, todos os processos involutivos são harmônicos; a diminuição da função cardiocirculatória corre paralela com a depressão da atividade respiratória, as duas com a queda do metabolismo, e assim por diante. O fenômeno metabólico mais evidente do envelhecimento parece ser, no entanto, o retardamento da síntese de proteínas, em virtude do qual se estabelece um desequilíbrio entre a formação e  a degradação.

A queda dos componentes protéicos das células e do interstício corresponde a um menor conteúdo de argua no organismo. Esses fenômenos ocorrem paralelamente com a involução endócrinas, da menor funcionalidade do DNA E RNA, da depressão da síntese de hemoglobina e da redução paulatina da função eritropoética da medula óssea. A qualidade e a velocidade das regenerações são deprimidas, a cicatrização é mais demorada e o declínio metabólico em geral corresponde a um menor consumo de oxigênio e menor produção de dióxido de carbono e calor. Assim o organismo tende a se tornar hipotérmico.

Após a terceira década de vida, inicia-se uma progressiva e contínua perda de massa muscular esquelética, e a maior perda é substituída por gordura. A quantidade de massa muscular perdida com envelhecimento tambpem depende da atividade física, sendo menor naquelas pessoas que mantêm um regime regular de condicionamento físico.

Com o envelhecimento, a pele tende a se tornar delgada, em alguns locais enrugada, seca e ocasionalmente escamosa. Embora a espessura real da camada córnea não seja grandemente alterada, ela se torna mais permeável permitindo a passagem mais rápida de substância através dela. Mais ainda, com o envelhecimento as fibras colágenas da derme tornam-se mais grossas e as fibras elásticas perdem parte de sua elasticidade e há um decréscimo gradual da gordura depositada no tecido subcutâneo.

A pele que ficou exposta às intempéries por muito tempo mostra alterações que são mais graves do que aquelas devidas somente ao envelhecimento. Tal pele mostra mais marcadamente as rugas e pode desenvolver nódulos e tipos anormais de colágenos.

O melanócito tende a se atrofiar com a idade, daí ser freqüente os cabelos tornarem-se grisalhos e a pele manchada pela redução da produção de pigmentos em certas áreas. Com o passar dos anos, os receptores sensitivos responsáveis pela percepção de dor, calor e pressão tornam-se menos sensíveis e menos numerosos. As glândulas sebáceas e sudoríparas diminuem em número e função.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA - GUIRRO

MODIFICAÇÕES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS DO ENVELHECIMENTO

O fenômeno biológico do envelhecimento representa a última das três fases do ciclo vital do organismo , sendo duas primeiras a infância e a maturidade.

No envelhecimento fisiológico, todos os processos involutivos são harmônicos; a diminuição da função cardiocirculatória corre paralela com a depressão da atividade respiratória, as duas com a queda do metabolismo, e assim por diante. O fenômeno metabólico mais evidente do envelhecimento parece ser, no entanto, o retardamento da síntese de proteínas, em virtude do qual se estabelece um desequilíbrio entre a formação e  a degradação.

A queda dos componentes protéicos das células e do interstício corresponde a um menor conteúdo de argua no organismo. Esses fenômenos ocorrem paralelamente com a involução endócrinas, da menor funcionalidade do DNA E RNA, da depressão da síntese de hemoglobina e da redução paulatina da função eritropoética da medula óssea. A qualidade e a velocidade das regenerações são deprimidas, a cicatrização é mais demorada e o declínio metabólico em geral corresponde a um menor consumo de oxigênio e menor produção de dióxido de carbono e calor. Assim o organismo tende a se tornar hipotérmico.

Após a terceira década de vida, inicia-se uma progressiva e contínua perda de massa muscular esquelética, e a maior perda é substituída por gordura. A quantidade de massa muscular perdida com envelhecimento tambpem depende da atividade física, sendo menor naquelas pessoas que mantêm um regime regular de condicionamento físico.

Com o envelhecimento, a pele tende a se tornar delgada, em alguns locais enrugada, seca e ocasionalmente escamosa. Embora a espessura real da camada córnea não seja grandemente alterada, ela se torna mais permeável permitindo a passagem mais rápida de substância através dela. Mais ainda, com o envelhecimento as fibras colágenas da derme tornam-se mais grossas e as fibras elásticas perdem parte de sua elasticidade e há um decréscimo gradual da gordura depositada no tecido subcutâneo.

A pele que ficou exposta às intempéries por muito tempo mostra alterações que são mais graves do que aquelas devidas somente ao envelhecimento. Tal pele mostra mais marcadamente as rugas e pode desenvolver nódulos e tipos anormais de colágenos.

O melanócito tende a se atrofiar com a idade, daí ser freqüente os cabelos tornarem-se grisalhos e a pele manchada pela redução da produção de pigmentos em certas áreas. Com o passar dos anos, os receptores sensitivos responsáveis pela percepção de dor, calor e pressão tornam-se menos sensíveis e menos numerosos. As glândulas sebáceas e sudoríparas diminuem em número e função.

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