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Explique as teorias do envelhecimento.

Cite e explique as teorias do envelhecimento.


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Estudante

Há mais de um mês

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA - GUIRRO

TEORIA DO RELÓGIO BIOLÓGICO

Foi um dos primeiros conceitos emitidos para explicar o fenômeno do envelhecimento, afirmando que organismo possui um relógio que determaria quando se inicia o envelhecimento, e marcaria das datas onde suas características se fariam mais visíveis.

Os seus defensores concluíram recentemente que o controle se faria em nível hormonal, com centro regulador situado no cérebro. Acredita-se simultaneament5e que estaria localizado no nível dos ácidos nucléicos (DNA e RNA), encarregados de transmissão do código genético e da síntese protéica.

Muitos conceitos ainda necessitam ser elucidados para a consolidação definitiva desta teoria, como por exemplo, a identificação e a localização exata do relógio biológico.

TEORIA DA MULTIPLICAÇÃO CELULAR

Esta teoria foi exposta no livro Biology of Aging, de Hayflick, e defende a tese de que todas as células do organismo (exeto as cerebrais) possuem uma capacidade intrínseca de se multiplicar. Através de estudos de laboratório, demosntrando uma capacidade reprodutiva finita do fibroblastos humanos in vitro, o autor determinou que a capacidade de multiplicação vai diminuindo com o passar do tempo, até a sua parada total. Daí, a conclusão do autor de que o convelhecimento é uma conseqüência do desgaste das células  no seui processo fisiológico de multiplicação.

Esta teoria tem perdido espaço no âmbito científco, já que sua explicação determina uma conseqüência do envelhecimento do que sua causa, pois são desconhecidos os mecanismos que determinam a siminuição da capacidade de multiplificação das células.

TEORIA DAS REAÇÕES CRUZADAS DE MACROMOLÉCULAS

Bjorkstein baseia-se no princípio ortomolecular, onde se afirma que o organismo humano é formado por trilhões de moléculas definidas, cujo equilíbrio é determinado pela conservação da normalidade. Porém, por reações curzadas, estas moléculas perdem suas carcterísticas, produzindo alterações tissulares que condicionam a aparição do processo de envelhecimnento. Segundo o autor, existem no organismo humano centenas de agentes produtores de reações cruzadas, uma de parte de origem exógena ( poluição, fumo, estresse, água, radiações etc) e outras endógenas (aldeídos, os radicais lipídicos, os superóxidos etc). Sendo o colágeno o elemento de maior abundância no organismo, este seria alvo das reações cruzadas.

TEORIA DOS RADICAIS LIVRES

A teoria do envelhecimento justificada pela ação dos radicais livres é até o momento a mais viável e digna de credibilidade dentre todas as apresentadas, sendo a que melhor explica os fatos reais.

Os radicais livres já são conhecidos desde o século passado, por conceitos emitidos por Paul Bert sem referir-se diretamente a eles, que foi demonstrado que o oxigênio em altas concentrações poderia ser tóxico para vários tecidos, entre eles o cérebro, coração, pulmão, entre outros. Somente no século passado, e mais propriamente na década de 50, várias moléculas receberam a classificação de radicais livres.

Vivemos em um ambiente rico em oxigênio, onde várias espécies de oxigênio reativo são regurlamente geradas pela exposição à luz ultravioleta. à pólição e a inflamação. O oxigênio reativo ameaça constantemente a integridade das estruturas celulares e da matriz extracelular da pele, podendo contribuir para o aparecimento de mutações que resultam em câncer de pele.

Recentes estudos demonstraram a participação dos redicais livres no envlehecimento celular, e sugeriram que as modificações químicas da membrana mitocondrial condicionadas pela participação dos radicais livres são a chave mais importante para explicar o processo.

Foram demosntradas alterações representadas por redução da eficiência da cedeia respiratória e da produção de energia, assim como por produção de compostos como o malonaldeido que reage com o DNA mitocondrial determinando assim a inibição das divisões mitocondriais. Todos estes parâmetros estão ligados ao processo do envelhecimento.

TEORIA DO DESGASTE

Segundo esta teoria, a “máquina” representada pelo organismo se desgasta com o uso, como qualquer outra máquina. Durante o longo tempo de vida, as várias peças da maquinaria animal (órgãos. Sistemas), são solicitadas repetidas vezes para fornecer prestações acima dos habituais, tendo por isso que apelar para a sua capacidade de adaptação (hipertrofia, hiperplasia etc), que pode causar lesões não reparadas completamente. Esses episódios são reparados, porém deixam requícios que se somam e não permitem o funcionamento completo dos mecanismos homeostátiscos; desse modo o nível de prestações declina até chegar a um ponto de ruptura.

Conforme a teoria, o envelhecimento resultaria da soma de tantos pequenos gostos dos vários componentes do organismo, que não permitiriam um ajuste completo das várias peças, impedindo assim não somente qualquer adaptação ulterior das membranas, como provocando o nivelamento para baixo de umas prestações.

TEORIA AUTO-IMUNE

As mutações sucessivas levariam ao apareciemnto de células cujo DNA codificaria a síntese de produtos diferentes dos normais, portanto estranhos e não reconhecidos pelas células imunocompetentes. Esses produtos atuariam como auto-antígenos, causadores de resposta auto-imune, que é responsável pela eliminação progressiva das céulas mutantes. Mutações ocorreriam tambpem na população de células imunocompetentes, originando clones celulares proibidos, cainda imunocompentes, mais incapazes de reconhecer as células normais, contra as quais elaboriam anticorpos. Ambas as vias levariam ao envelhecimento, que corresponderia a uma síndrome auto-imune.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA - GUIRRO

TEORIA DO RELÓGIO BIOLÓGICO

Foi um dos primeiros conceitos emitidos para explicar o fenômeno do envelhecimento, afirmando que organismo possui um relógio que determaria quando se inicia o envelhecimento, e marcaria das datas onde suas características se fariam mais visíveis.

Os seus defensores concluíram recentemente que o controle se faria em nível hormonal, com centro regulador situado no cérebro. Acredita-se simultaneament5e que estaria localizado no nível dos ácidos nucléicos (DNA e RNA), encarregados de transmissão do código genético e da síntese protéica.

Muitos conceitos ainda necessitam ser elucidados para a consolidação definitiva desta teoria, como por exemplo, a identificação e a localização exata do relógio biológico.

TEORIA DA MULTIPLICAÇÃO CELULAR

Esta teoria foi exposta no livro Biology of Aging, de Hayflick, e defende a tese de que todas as células do organismo (exeto as cerebrais) possuem uma capacidade intrínseca de se multiplicar. Através de estudos de laboratório, demosntrando uma capacidade reprodutiva finita do fibroblastos humanos in vitro, o autor determinou que a capacidade de multiplicação vai diminuindo com o passar do tempo, até a sua parada total. Daí, a conclusão do autor de que o convelhecimento é uma conseqüência do desgaste das células  no seui processo fisiológico de multiplicação.

Esta teoria tem perdido espaço no âmbito científco, já que sua explicação determina uma conseqüência do envelhecimento do que sua causa, pois são desconhecidos os mecanismos que determinam a siminuição da capacidade de multiplificação das células.

TEORIA DAS REAÇÕES CRUZADAS DE MACROMOLÉCULAS

Bjorkstein baseia-se no princípio ortomolecular, onde se afirma que o organismo humano é formado por trilhões de moléculas definidas, cujo equilíbrio é determinado pela conservação da normalidade. Porém, por reações curzadas, estas moléculas perdem suas carcterísticas, produzindo alterações tissulares que condicionam a aparição do processo de envelhecimnento. Segundo o autor, existem no organismo humano centenas de agentes produtores de reações cruzadas, uma de parte de origem exógena ( poluição, fumo, estresse, água, radiações etc) e outras endógenas (aldeídos, os radicais lipídicos, os superóxidos etc). Sendo o colágeno o elemento de maior abundância no organismo, este seria alvo das reações cruzadas.

TEORIA DOS RADICAIS LIVRES

A teoria do envelhecimento justificada pela ação dos radicais livres é até o momento a mais viável e digna de credibilidade dentre todas as apresentadas, sendo a que melhor explica os fatos reais.

Os radicais livres já são conhecidos desde o século passado, por conceitos emitidos por Paul Bert sem referir-se diretamente a eles, que foi demonstrado que o oxigênio em altas concentrações poderia ser tóxico para vários tecidos, entre eles o cérebro, coração, pulmão, entre outros. Somente no século passado, e mais propriamente na década de 50, várias moléculas receberam a classificação de radicais livres.

Vivemos em um ambiente rico em oxigênio, onde várias espécies de oxigênio reativo são regurlamente geradas pela exposição à luz ultravioleta. à pólição e a inflamação. O oxigênio reativo ameaça constantemente a integridade das estruturas celulares e da matriz extracelular da pele, podendo contribuir para o aparecimento de mutações que resultam em câncer de pele.

Recentes estudos demonstraram a participação dos redicais livres no envlehecimento celular, e sugeriram que as modificações químicas da membrana mitocondrial condicionadas pela participação dos radicais livres são a chave mais importante para explicar o processo.

Foram demosntradas alterações representadas por redução da eficiência da cedeia respiratória e da produção de energia, assim como por produção de compostos como o malonaldeido que reage com o DNA mitocondrial determinando assim a inibição das divisões mitocondriais. Todos estes parâmetros estão ligados ao processo do envelhecimento.

TEORIA DO DESGASTE

Segundo esta teoria, a “máquina” representada pelo organismo se desgasta com o uso, como qualquer outra máquina. Durante o longo tempo de vida, as várias peças da maquinaria animal (órgãos. Sistemas), são solicitadas repetidas vezes para fornecer prestações acima dos habituais, tendo por isso que apelar para a sua capacidade de adaptação (hipertrofia, hiperplasia etc), que pode causar lesões não reparadas completamente. Esses episódios são reparados, porém deixam requícios que se somam e não permitem o funcionamento completo dos mecanismos homeostátiscos; desse modo o nível de prestações declina até chegar a um ponto de ruptura.

Conforme a teoria, o envelhecimento resultaria da soma de tantos pequenos gostos dos vários componentes do organismo, que não permitiriam um ajuste completo das várias peças, impedindo assim não somente qualquer adaptação ulterior das membranas, como provocando o nivelamento para baixo de umas prestações.

TEORIA AUTO-IMUNE

As mutações sucessivas levariam ao apareciemnto de células cujo DNA codificaria a síntese de produtos diferentes dos normais, portanto estranhos e não reconhecidos pelas células imunocompetentes. Esses produtos atuariam como auto-antígenos, causadores de resposta auto-imune, que é responsável pela eliminação progressiva das céulas mutantes. Mutações ocorreriam tambpem na população de células imunocompetentes, originando clones celulares proibidos, cainda imunocompentes, mais incapazes de reconhecer as células normais, contra as quais elaboriam anticorpos. Ambas as vias levariam ao envelhecimento, que corresponderia a uma síndrome auto-imune.

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Suevylla

Há mais de um mês

Teoria do desgaste, teoria imunitária, teoria genética, teoria do erro na síntese protéica, teoria dos radicais livres, teoria neura-endócrina.

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Júlia

Há mais de um mês

Envelhecimento intrínseco: É esperado, previsivel, programado... Devido ao passar dos anos. A textura da pele é lisa, homogenea e suave, ocorre atrofia da epiderme e derme.

Envelhecimento extrínseco: Ocorre por fatores externos, como a exposição contínua e abusiva aos raios solares, por exemplo. A textura cutânea é áspera, nodular, espessada, com inúmeras manchas e rugas profundas. 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes